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Cidades - Esclarecimento

Postada em 18/06/2018 ás 11h29 - atualizada em 18/06/2018 ás 14h43

Publicada por: Francisco Rocha

Fonte: Direto da Redação

Falta de efetivo dificulta atuação da Polícia Militar em Cabeceiras
Há um desfalque na escala de plantões, já que não foi enviado nenhum substituto para suprir a necessidade
Falta de efetivo dificulta atuação da Polícia Militar em Cabeceiras

Vista parcial de Cabeceiras do Piauí

A onda crescente de violência e a sensação de insegurança ocasionada pelos últimos casos envolvendo crimes contra a vida na cidade de Cabeceiras do Piauí chamaram a atenção para um problema existente no aparelho de segurança pública do Estado: a falta de efetivo policial suficiente para fazer frente à demanda e garantir que os cidadãos possam andar mais tranquilamente pelas ruas.

Após os 2 casos de violência mais emblemáticos ocorridos no município, que já possui mais de 10.400 habitantes, repercutiu na imprensa local e regional e até mesmo nas redes sociais o fato de o GPM (Grupamento de Polícia Militar) da cidade ter sido encontrado fechado durante a noite.

É público e notório o aumento da criminalidade, com roubos de celulares, roubos de animais, furtos a residências e ainda a venda e consumo de drogas no município. Muitos casos sequer chegam ao conhecimento dos veículos de comunicação.

Em conversa com a redação do portalr10.com/cabeceiras, o comandante do GPM de Cabeceiras, sargento Luís Carlos, explicou que os plantões são de 12/36 horas, e atualmente há um policial de férias, sendo que o efetivo total é de três policiais para o grupamento. Diante disto, há um desfalque na escala de plantões, já que não foi enviado nenhum substituto para suprir a necessidade.

Tem um dia da semana em que não há nenhum PM escalado durante a noite, porque não tem efetivo, e o comando sabe desta situação. Já estou há 8 dias seguidos tirando plantões de 24 horas, o que nem poderia acontecer porque vai contra a legislação. Quando eu trabalhar 24 horas, obrigatoriamente tenho que folgar 3 dias, o que não está ocorrendo. É o que me faculta cuidar da vida administrativa do GPM, porque sou o comandante e não posso deixar fechado. Ou eu tiro o serviço junto com os demais PM's ou vou administrar o GPM”, disse o sargento Luís Carlos à editoria deste blog na semana passada.

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