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Mortes

Postada em 05/12/2017 ás 09h40 - atualizada em 05/12/2017 ás 10h08

Publicada por: Redação

Fonte: G1

Sobe para dois números de mortos por raiva humana na mesma família
A suspeita de raiva humana foi levantada por conta do histórico dos pacientes com mordida de morcego.
Sobe para dois números de mortos por raiva humana na mesma família

Foto: Divulgação

Sobe para dois números de mortos por raiva humana na mesma família

 corpo da menina de 10 anos que morreu com o diagnóstico de raiva humananeste sábado (2), em Manaus, foi velado neste domingo (5), no município de Novo Airão, a 195 km de Manaus. O corpo da criança deve ser enterrado no fim da tarde. Em Manaus, um irmão da vítima, de 14 anos, foi internadocom sintomas da doença. No dia 16 de novembro, o irmão mais velho, de 17 anos, morreu e teve o diagnóstico de raiva humana confirmado no dia 25 do mesmo mês.

O velório iniciou pela manhã em uma igreja evangélica no bairro Santa Elias, em Novo Airão.

Familiares e amigos seguem abalados com a segunda morte registrada na mesma família com o diagnóstico de raiva humana.

Os pais das vítimas, que estavam em Manaus, chegaram no velório por volta das 14h. O enterro deve acontecer no Cemitério Municipal de Novo Airão.

No dia 22 de novembro, a garota havia iniciado um tratamento experimental Fundação de Medicina Tropical (FMT), em Manaus, com o uso de antivirais, autorizado pelo Ministério da Saúde. No entanto, de acordo com o médico infectologista da FMT, Antônio Magela, as chances de sobrevivência da garota eram mínimas. "O estado dela, desde que deu entrada na unidade, era gravíssimo. Infelizmente, a letalidade da doença é de 99,9%", informou Magela.

Segundo o médico, a menina apresentou na manhã deste sábado (2) instabilidade hemodinâmica com parada cardiorrespiratória.

A suspeita de raiva humana foi levantada por conta do histórico dos pacientes com mordida de morcego. Familiares relataram que os irmãos mortos haviam sido atacados pelo animal na comunidade Tapira, no Rio Unini, zona rural de Barcelos, onde residiam.

Esses são os primeiros casos da doença registrados no Amazonas desde 2002, quando duas pessoas morreram em decorrência do vírus rábico.

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