Terça, 17 de julho de 2018
(86) 99915-1055
[email protected]
86 99906-7459
Professor Sucupira

Professor Sucupira

Professor Sucupira Coluna do Professor Sucupira

[email protected]

86 99906-7459

Internacional - Para refletir!

Postada em 18/03/2018 ás 19h17 - atualizada em 19/03/2018 ás 10h24

Publicada por: Professor Sucupira

Quanto vale a vida humana?
Quanto vale?
Quanto vale a vida humana?

Quanto vale a vida humana?  Começar um texto com esta pergunta já é entristecedor, pois dependendo do objetivo no contexto da geopolítica internacional e nacional, o valor do ser humano é ínfimo. Sabe ... Estou até agora buscando palavras para tentar entender e, ao mesmo tempo, fazer vocês, meus leitores, chegar a um valor para as “ações” vidas humanas no sistema financeiro internacional. Será que esse valor das “ações” vidas humanas está em desvalorização no mundo, onde os interesses geopolíticos e econômicos se sobrepõem ao aspecto humanitário? Esta pergunta me foi “acordada” ao longo das aulas de geopolítica internacional ministrada na semana que se passou. É uma pergunta foda ... Neste contexto, devemos então fazer uma análise do valor das “ações” vidas humanas no mercado financeiro – Triste isso né, mas vamos lá.

Para os EUA, Rússia, França, Turquia, grupos jihadistas e entre outros para ter a Síria como área de influência – país e área importante pelos seus oleodutos e gasodutos –  as “ações” vidas humanas no mercado financeiro, estão valendo meio milhão de vidas (511.000 mortos) e com forte tendência de crescimento de mortos e, respectivamente, a desvalorização das “ações” vidas humanas no mercado; No Iêmen, uma catástrofe humanitária é uma realidade desde 2015 como consequência da disputa entre Arábia Saudita (sunita) e o Irâ (xiita) em um contexto que levou a Arábia Saudita promover um bloqueio econômico desumano no Iêmem – de acordo com as ONG’s, morrem 130 crianças por dia de fome  e mais de quinze milhões tem necessidade de alimentos –  vem produzindo uma desvalorização das “ações” vidas humanas; No continente africano, o  Sudão do Sul, pais rico em  petróleo, é mais um neste continente em que as "ações"  vidas humanas, está em queda em função de uma guerra civil desde sua independência (separação com Sudão), com interferências externa e relacionado ao mercado mundial de Petróleo. Só para citar, mais de 80% do petróleo extraído do Sudão do Sul, é comprado pela China por exemplo.

É fato! Nos pregões das principais bolsas de valores pelo mundo afora, como a de New York, na busca de vultuosos lucros, as “ações” vidas humanas, observando a lógica de mercado, está em desvalorização. Contraditório? De forma alguma. As “ações” das “empresas” vidas humanas, comercializadas no mercado futuro, terá uma tendência de desvalorização para que ocorra o ganho exorbitantes das transnacionais que comandam a economia e a geopolítica mundial. Não faltam práticas por parte destes investidores no desumano mercado financeiro para que a desvalorização das “ações” da “empresa” vidas humanas ocorra, pois isto é essencial para obtenção dos ganhos finaceiros ... Os lucros finaceiros com as guerras, são enormes.

Nesta análise triste e levando em consideração o aspecto humanitário, não há como não deixar de citar alguns investidores no  violento mercado financeiro: O populista, nacionalista e protecionista Donald Trump, eleito presidente dos EUA, que age em defesa das empresas de hidrocarbonetos e faz desdenho com o mundo que buscar investir nas “ações” da “empresa” sustentabilidade; Na Venezuela, Nicolas Maduro, para permanecer no poder investe nas “ações” da “empresa” totalitarismo e deixa de investir nas “ações” da “empresa“ da pluralidade política; Na China, Xi Jinping, hoje com plenos poderes, investe nas “ações” da “empresa” retorno da institucionalização do culto da personalidade, consolidar a China como potência mundial e defender seus interesses nos quatro quadrantes da Terra; Na Rússia, o presidente eleito, Wladimir Putin, investe nas “ações” da “empresa” populismo interno e, externamente, usa o seu pragmatismo geopolitico  – nem que isto leve a morte milhares de vidas –  para avançar e reconquistar áreas de influências perdidas ao longo das décadas de 1980 e 1990;  No Brasil, o temeroso governo Temer, colocado no poder por um golpe midiático-político-jurídico“ ...  E tudo dentro dos princípios constitucionais, é um outro exemplo de “investidor” futuro, onde a desvalorização das “ações” da “empresa” vidas humanas é uma realidade desumana com a  prática da redução das conquistas socias em um país de milhões desasssistidos,  é mortífero.

Não há como negar hoje! As falas odiosas e as defesas destas, consolidam e injetam combustível para o avanço de posturas antidemocráticas por pessoas ou grupos de pessoas que não conseguem conviver com as diferenças e pregam nas mais diversas falas as ideias de discriminação e na eliminação de vidas. Infelizmente estes “investidores” conseguem avançar nas praticas e fazem ecoar discursos contrários aos princípios básicos garantidos na declaração universal dos direitos humanos, sustentando assim a desvalorização das "ações" da "empresa" vidas humanas. Pergunto a vocês que terminaram de ler o texto. Quanto está valendo na geopolítica internacional e no mercado financeiro mundial a vida humana?

 Pronto! Falei ...

 

R10 no Facebook:
imprimir
Veja também
Revista ADV
Últimas
Mais lidas da semana
TV R10
Municípios
© Copyright 2018 - Portal R10 - Todos os direitos reservados
TV R10 Municípios Colunas Anuncie Fale conosco
Site desenvolvido pela Lenium