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Política - Denúncia

Postada em 04/04/2018 ás 17h07 - atualizada em 04/04/2018 ás 17h13

Publicada por: Redação

Procuradora denuncia deputado do PT por ‘caixa 3’
A investigação sobre o deputado foi aberta em março do ano passado a partir da delação premiada.
Procuradora denuncia deputado do PT por ‘caixa 3’

Foto: Reprodução

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, denunciou nesta terça-feira (3) o deputado federal Vander Loubet (PT-MS) junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) pela prática de “caixa 3”, modalidade de doação eleitoral de campanha na qual a empresa doadora usa outras firmas para transferir os valores.

Na denúncia, Dodge pede a condenação do parlamentar pelo mesmo crime que tipifica o chamado “caixa 2”, que consiste em omitir da prestação de contas eleitoral o nome do doador de campanha. A pena para o crime, segundo o Código Eleitoral, é de até cinco anos de prisão e multa.

Segundo o G1, caberá agora à defesa do parlamentar apresentar uma resposta prévia à acusação dentro de 15 dias. Depois, a Segunda Turma do STF deverá decidir se aceita ou rejeita a denúncia; no primeiro caso, o deputado se torna réu num processo penal, só ao final do qual poderá ser condenado ou absolvido.

Em nota divulgada nesta quarta-feira (4), o deputado Vander Loubet disse que os recursos recebidos por sua campanha "foram contabilizados como determina a legislação eleitoral" e que a prestação de contas foi aprovada pela Justiça Eleitoral. Ele disse, ainda, que as acusações "não procedem" e "são inverídicas", e que nunca recebeu recursos não contabilizados.

Investigações

A investigação sobre o deputado foi aberta em março do ano passado a partir da delação premiada de executivos da Odebrecht. Em depoimentos, eles disseram que destinaram R$ 50 mil para a campanha de Loubet em 2010 por meio das empresas Leyroz de Caxias Indústria e Logística e Praiamar Indústria e Comércio Distribuição.

Na delação premiada, o ex-executivo da Odebrecht Alexandrino Alencar, disse que Braskem, pertencente ao grupo, tinha interesses no Mato Grosso do Sul em projetos petroquímicos na fronteira com a Bolívia. Por isso, prometeu a Loubet R$ 50 mil, a serem pagos por meio do departamento de propina da empresa.

A Polícia Federal (PF) concluiu que Vander Loubet cometeu crime ao receber R$ 50 mil de "caixa 3" na eleição de 2010.

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