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Esportes VAR
20/06/2018 09h18 Atualizada há 3 anos
Por: Redação

Fifa se recusa a fornecer gravações do jogo Brasil x Suíça

A Fifa não irá fornecer à CBF o áudio das conversas entre os árbitros e nem as imagens do jogo entre Brasil e Suíça. Nesta quarta-feira, a entidade respondeu à queixa dos brasileiros no que se refere à utilização do VAR durante a polêmica arbitragem do mexicano Cesar Ramos.

Mas indicou que não irá repassar os áudios e imagens do jogo, bem como dos contatos entre os árbitros e a cabine de apoio do VAR, como a CBF havia solicitado. A entidade máxima do futebol, inclusive, saiu em defesa de seus árbitros. Mas a Confederação Brasileira considera que a ação foi positiva para "reacender o debate" e admite ter ficado satisfeita com a resposta recebida.

Foto: REUTERS/Marko Djurica
Foto: REUTERS/Marko Djurica

A queixa brasileira abriu uma caixa de Pandora dentro da Fifa, que esperava se manter em total silêncio sobre a tecnologia até o final da primeira fase da Copa do Mundo.

Oficialmente, a Comissão de Arbitragem se apressou em garantir que o juiz da partida não errou no lance envolvendo o gol de empate da Suíça e que o sistema funciona perfeitamente.

"Deve ser notado que a Fifa está extremamente satisfeita com o nível de arbitragem e a implementação êxitos do sistema VAR, que no geral foi positivamente aceita e apreciada dentro da comunidade do futebol", declarou a Fifa num comunicado na terça-feira.

"Reconhece-se que ainda haverá discussão e opiniões divididas sobre certas decisões", completou a Fifa, que prometeu uma coletiva de imprensa ao final da fase de grupos para avaliar a situação.Em carta, a Fifa ainda sai em defesa de seu sistema. Segundo ela, o VAR não foi criado para resolver 100% dos casos polêmicos e de dúvidas durante um jogo e que ele é apenas acionado em caso de um erro "claro". A entidade ainda diz que todos os lances foram apitados corretamente, inclusive o gol da Suíça e o lance em que Gabriel Jesus cai na área.

Quanto à recusa em passar o áudio, a explicação dada era de que uma divulgação comprometeria o trabalho da arbitragem e a privacidade das comunicações entre os juízes. Numa resposta padrão, a Fifa assim tenta colocar um fim ao debate com o Brasil, deixando claro que não vai aceitar uma interferência em sua arbitragem. Para a CBF, porém, a iniciativa cumpriu seu papel, ao exigir que a Fifa avalie seus procedimentos.

Fonte: Estadão
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