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08/03/2024 08h50 Atualizada há 3 meses
Por: Miguel Vinicius

Homem passa pelo primeiro transplante bilateral de mão na Índia

Raj Kumar, um pintor de 45 anos de Deli, Índia, é o primeiro paciente a realizar um transplante bilateral de mão bem-sucedido na região. A cirurgia, de alta complexidade, foi realizado no Hospital Sir Ganga Ram.

Vítima de um terrível acidente ferroviário em outubro de 2020, que resultou na amputação de ambas as mãos, Kumar agora se recupera após uma cirurgia pioneira.

Foto: Reprodução/Rede Sociais/X/@DDNewslive
Foto: Reprodução/Rede Sociais/X/@DDNewslive

O incidente ocorreu enquanto Kumar atravessava os trilhos próximos à sua residência. Sofrendo de uma lesão na perna, ele escorregou nos trilhos enquanto tentava consertar sua bicicleta, porém foi atingido por um trem e perdeu os dois membros superiores.

Após tentativas malsucedidas de adaptação às próteses, Kumar foi incluído na lista de espera do hospital, que, em fevereiro de 2022, tornou-se o primeiro do norte da Índia autorizado a realizar transplantes de mão.

Após uma extensa avaliação médica, um doador compatível surgiu em janeiro deste ano. A cirurgia, que durou 12 horas e envolveu uma equipe de 11 médicos, foi realizada em 19 de janeiro. Durante o procedimento delicado, os especialistas conectaram minuciosamente ossos, artérias, veias, tendões, músculos, nervos e pele, garantindo a viabilidade e integração das novas mãos.

Segundo o Dr. Mahesh Mangal, presidente do Departamento de Cirurgia Plástica e Cosmética do hospital, Kumar já demonstra sinais encorajadores de recuperação. Ele recuperou a sensibilidade e movimento nos cotovelos, e suas unhas, um indicador crucial de sucesso, já começaram a crescer.

Foto: Reprodução/Rede Sociais/X/@DDNewslive

No entanto, a plena recuperação ainda está em progresso. O paciente pode levar até seis a sete meses para recuperar sensações como dor e calor. Enquanto isso, ele deve tomar precauções para evitar exposição a temperaturas extremas.

Para prevenir rejeição ou infecção, Kumar precisará seguir um regime vitalício de medicamentos imunossupressores. O Dr. Mangal enfatizou a importância desses cuidados, destacando a necessidade de vigilância contínua devido à imunidade reduzida do paciente.

Fonte: Metrópoles
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