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Piauí Piauí
24/05/2024 11h57
Por: Bruna Dias

Mãe doa rim para o filho no primeiro transplante intervivo de 2024 no HGV

O Hospital Getúlio Vargas (HGV) realizou, nesta quinta-feira, dia 23, um transplante de rim na modalidade intervivo. A doadora foi a própria mãe do paciente que passou por um tratamento rigoroso para poder fazer a doação para o filho. A cirurgia aconteceu dentro da normalidade e o paciente passa bem. O HGV já realizou 11 transplantes renais somente este ano. 

O paciente de 32 anos recebeu um dos rins da mãe, após uma espera de 10 anos. Apesar da compatibilidade para a realização do transplante, a doadora não podia passar pelo procedimento por causa da obesidade. 

Foto: Divulgação/Sesapi
Foto: Divulgação/Sesapi

“Então, ela teve que passar por uma cirurgia bariátrica, chegar ao peso ideal, reduziu 70 quilos, equilibrar todas as taxas para poder ser a doadora. Foi muito difícil, mas deu certo”, disse um familiar.

Segundo o cirurgião  Luciano Couto, o transplante transcorreu bem. “Fizemos mais um transplante, nesse caso um doador vivo relacionado, a mãe doou para o filho. Nós retiramos o rim direito e implantamos no receptor. Graças a Deus foi um transplante bem sucedido. Temos conseguido, a cada dia, beneficiar um número maior de pacientes”, explicou o médico. 

A diretora-geral do HGV, Nirvania Carvalho, disse que o HGV está ampliando as ações em relação aos transplantes. “Somente este ano, já conseguimos realizar 11 transplantes, sendo 10 de doadores cadáveres e um intervivo. Também implementamos uma Unidade de Transplante com equipe exclusiva no próprio HGV com o objetivo de facilitar o acesso pré e pós procedimentos”, explicou a gestora. 

 A cirurgia foi realizada por uma equipe composta pelos cirurgiões Luciano Couto, Antônio Reginaldo, Renato Duarte e Layse Tavares e pelos anestesistas Marcos Vinicius e Raquel Teixeira. Além da equipe de enfermagem composta por Ronaldo José, Helson James e as técnicas Márcia Gomes, Teresa Odílio, Jecilene Araújo e Jozelia Alves.

"O HGV mostra mais uma vez a sua capacidade de realizar procedimentos de alta complexidade, como os transplantes. Procedimentos esses que levam esperança de vida às pessoas", disse o superintendente de média e alta complexidade da Sesapi, Dirceu Campelo.

Fonte: Sesapi
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