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Tecnologia Rede Social
06/09/2018 09h01
Por: Gustavo Henrique

Instagram censura hashtag após posts com pornografia

A hashtag #sextou já é velha conhecida entre os usuários brasileiros do Instagram, mas parece que os gringos da rede social a interpretaram de uma forma bem diferente. Ao invés de celebrar a chegada da sexta-feira, o termo está sendo confundido com a expressão “Sex to U”, que significa “Sexo para você” em inglês. Foi o suficiente para que a tag fosse invadida por imagens e vídeos pornográficos, o que é proibido pela rede social.

A mudança brusca na utilização da hashtag logo chamou a atenção dos brasileiros no Instagram e em outras redes sociais. No Twitter, boa parte dos internautas demonstram surpresa e reclamaram da utilização do termo para a publicação de pornografia. Já outra parcela preferiu fazer piada e publicar memes sobre o caso.

Foto: Reprodução/DR
Foto: Reprodução/DR

Apesar da coincidência cômica, a transformação de “Sextou” em uma hashtag de pornografia “Sex to U” não deixa de chamar a atenção pela violação das regras do próprio Instagram. A rede social proíbe a publicação de nudez na rede social, mesmo que seja de natureza artística ou criativa. Confira o que dizem as diretrizes da comunidade:

“Sabemos que há momentos em que as pessoas podem desejar publicar imagens de nudez de natureza artística ou criativa, mas por vários motivos, não permitimos nudez no Instagram. Isso inclui fotos, vídeos e alguns conteúdos criados digitalmente que mostram relações sexuais, genitais e close-ups de nádegas totalmente expostas. Isso também inclui algumas fotos de mamilos femininos, mas as fotos de cicatrizes causados por mastectomia e mulheres amamentando são permitidas. Nudez em imagens de pinturas e esculturas também é permitida”.

Controlada pelo Facebook, o Instagram é constantemente alvo de críticas por deletar fotos de artistas e campanhas que mostrem partes do corpo feminino. A polêmica fez até com que o CEO da rede social, Kevin Systrom, se manifestasse sobre a proibição de mamilos femininos. Outro a se pronunciar foi Mark Zuckerberg, que rebateu as críticas de que a empresa não trata discursos de ódio com o mesmo rigor que age contra a nudez artística.

Fonte: Olhar Digital
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