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Cidades - Comemoração

Postada em 18/10/2018 ás 16h53

Publicada por: Juerismar Luis

Dia Mundial da Saúde Mental foi comemorado em Inhuma
Durante o evento foi realizado palestra e atividades dinâmicas
Dia Mundial da Saúde Mental foi comemorado em Inhuma

Comemoração

A Secretaria Municipal de Saúde, através do CAPS I(Centro de Atenção Psicossocial) , realizaram na manhã desta quarta-feira (17) evento em comemoração ao Dia Mundial da Saúde Mental. O evento teve como finalidade sensibilizar a sociedade em geral sobre o tema, e para as questões da inclusão, bem como da consolidação de Políticas Públicas voltadas para a promoção e tratamento em saúde mental das pessoas com o sofrimento psíquico. O Dia Mundial da Saúde Mental foi criado pela Federação Mundial para a Saúde Mental, e tem como objetivo centrar a atenção pública na saúde mental global, como uma causa comum a todos os povos, para além de limites nacionais, culturais, políticos ou socioeconômicos, explicou a assistente social do CAPS Keila Suanny.

Na oportunidade a Coordenadora do CAPS, a senhora Maria Vilani, destacou o comprometimento dos profissionais do CAPS, e ressaltou a importância desta atenção. “A Organização Mundial da Saúde apresenta números elevados de pessoas com transtornos mentais. E em uma cidade como Inhuma, essa atenção é de suma importância e se faz cada vez mais necessária, por isso é importante à articulação em rede para identificar, e oferecer esse atendimento”, enfatizou. A mesma ainda destacou que “é preciso mudar a maneira como a sociedade enxerga os pacientes que sofrem com transtornos mentais, por isso a importância desta data. E que este momento de reflexão não fique restrito a este dia”.Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU) a estimativa é de que no Brasil, 23 milhões de pessoas sofram com transtornos mentais, sendo pelo menos 5 milhões em níveis de moderado a grave. Mesmo com números tão expressivos o preconceito ainda é uma das grandes barreiras enfrentadas pelos pacientes. “É fundamental que a sociedade saiba lidar com essas pessoas, pois o preconceito pode causar o isolamento dos pacientes, o que intensifica os sintomas”, explicou o enfermeiro e palestrante do dia Dr. João Egídio.

O evento contou com a presença e participação da Equipe do CAPS, a Coordenadora da Atenção Básica Daniela Rufino, o Coordenador da Academia de Saúde Françoelton, com a equipe do NUCA, as estagiárias do curso de Serviço social: Geany dos Santos da Faculdade Centro Oeste do Paraná, Kátia Cortez da UNOPAR, e da estagiária Maria Marcia do Instituto KAIRÓS.

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