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Política - Candidato

Postada em 26/10/2018 ás 11h42

Publicada por: Gustavo Miranda

'Militar que foge do debate não honra a farda', diz Haddad
Na entrevista, o petista se apresentou como um professor que vive de seu salário.
'Militar que foge do debate não honra a farda', diz Haddad

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, voltou a chamar o adversário, Jair Bolsonaro (PSL), de fujão.

Em entrevista à rádio Globo de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, ele lembrou que estava programado para esta sexta-feira (26) um debate entre os dois na TV Globo e que o capitão reformado tinha autorização médica para participar, mas que Bolsonaro decidiu não ir por opção estratégica.

"Militar que foge do debate não honra a farda", provocou Haddad.

Ao falar para o eleitor do Centro-Oeste, onde enfrenta rejeição, Haddad prometeu dobrar o efetivo da Polícia Federal para federalizar o combate ao crime organizado. Ele disse que Bolsonaro propõe a privatização da segurança pública ao defender a liberação para compra de armas sem necessidade de porte.

"A proposta dele é privatizar a segurança pública, é um salve-se quem puder. Você se arma e você se defende", disse Haddad.

Na entrevista, o petista se apresentou como um professor que vive de seu salário e disse integrar a família Haddad que mora em Campo Grande.

Ele criticou Bolsonaro por ter apoiado proposta do governo Temer de adiar, para 2035, a implantação do Sisfron, que é o sistema de vigilância das fronteiras, prometendo antecipá-la em dez anos.

Haddad disse também que, além de absurda do ponto de vista pedagógico, a proposta de Bolsonaro de adoção de educação à distância no ensino fundamental prejudica o agronegócio, já que reduzirá a compra de alimentos para as merendas.

Sobre os conflitos de terra na região, Haddad disse existir um setor do agronegócio que não produz. "Simplesmente especula com a terra". Segundo ele, "o grande conflito de terra que existe no Brasil é por causa da baixa produtividade de parte do setor do agronegócio".

"Vamos colocar pressão sobre o agronegócio que não produz"., acrescentou.

Fonte: Folha de S.Paulo

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