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Brasil Emprego
05/11/2018 11h10 Atualizada há 3 anos
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Comércio amplia previsão de vagas temporárias para este final de ano

Mesmo com incertezas, muitos setores se preparam para um fim de ano um pouco melhor e prometem mais contratações para vagas temporárias do que em 2017.

A CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) revisou para cima a projeção de vendas para o Natal e ampliou a possibilidade de contratações na área, de 72,7 mil para 76,5 mil vagas.

Foto: Arquivo/Agência Brasil
Foto: Arquivo/Agência Brasil

A Assertem (Associação Brasileira do Trabalho Temporário) prevê a abertura de 434.429 postos temporários em todo o país, 10% a mais do que em 2017,  especialmente nos segmentos farmacêutico, alimentício, químico e agroindustrial.

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Há previsões mais otimistas, como as da Luandre, consultoria que atende 200 das 500 maiores companhias do Brasil. A empresa estima em 30% a alta na oferta de vagas temporárias, sendo parte na indústria, onde as contratações ocorrem entre agosto e outubro, e no comércio, de outubro para frente.

Pesquisa do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) com 1.168 empresários de comércio e serviços nas 27 capitais do país mostra que as duas áreas devem oferecer 59,2 mil vagas temporárias, acima das 51 mil do ano passado.

Para quem pretende disputar uma das vagas, Marcia Avelar, diretora da NVH Talentos Humanos, afirma que o trabalhador deve ficar atento ao seguinte roteiro: conferir o calendário de contratações, ter um bom currículo, ficar de olho nas redes sociais e bater perna.

Para ela, as redes sociais têm sido o foco dos RHs não só para contratações em postos efetivos, mas também nos temporários. Por isso, diz, é preciso prestar muito atenção ao que se publica na internet.

Thiago Berka, economista da Apas (Associação Paulista de Supermercados), afirma que há setores mais tradicionais, como o de mercados, que não são tão focados nas redes sociais. Nesse caso, o desempenho olho no olho, na entrevista, conta muito.

“Um diferencial para ser chamado é demonstrar vontade de saber lidar com todo tipo de pessoa, porque por um supermercado passam milhares de clientes diferentes por dia.” Explica o economista.

Fonte: Folha Press
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