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Política - Alerj

Postada em 08/11/2018 ás 11h12 - atualizada em 08/11/2018 ás 11h17

Publicada por: Bruna Dias

PF prende 10 deputados envolvidos em esquema de corrupção
A ação, batizada de Furna da Onça, é um desdobramento da operação Cadeia Velha.
PF prende 10 deputados envolvidos em esquema de corrupção

Foto: reprodução

Policiais federais cumprem mandados de prisão contra políticos no Rio de Janeiro na manhã desta quinta-feira (8). Entre os alvos, estão deputados estaduais, o presidente do Detran/RJ e um secretário do governo de Luiz Fernando Pezão (MDB).

A ação, batizada de Furna da Onça, é um desdobramento da operação Cadeia Velha, que prendeu há um ano o então presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), Jorge Picciani, e os deputados Paulo Melo e Edson Albertassi, todos do MDB.

Os agentes da PF cumprem 19 mandados de prisão temporária, três de prisão preventiva e 47 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo TRF2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região) — após decisão unânime de cinco desembargadores. A Alerj foi um dos locais onde os policiais estiveram nesta manhã. 

O MPF (Ministério Público Federal) divulgou os nomes dos alvos de mandados de prisão. São eles:

• André Correa, deputado estadual (DEM)

• Chiquinho da Mangueira, deputado estadual (PSC)

• Coronel Jairo, deputado estadual (MDB)

• Luiz Martins, deputado estadual (PDT)

• Marcelo Simão, deputado estadual (PP),

• Marcos Abahão, deputado estadual (Avante)

• Marcos Vinícius "Neskau", deputado estadual (PTB)

• Affonso Monnerat, secretário de Governo

• Leonardo Silva Jacob, presidente do Detran/RJ

• Vinícius Farah, ex-presidente do Detran/RJ e deputado federal eleito pelo MDB

Além desses, também foram expedidos mandados contra Jorge Picciani, que se encontra em prisão domiciliar, Albertassi e Paulo Melo.

A investigação apura um esquema de corrupção envolvendo compra de votos de parlamentares com dinheiro de propina e distribuição de cargos públicos e mão de obra terceirizada em órgãos da administração estadual.

De acordo com a Polícia Federal, o grupo criminoso era chefiado pelo ex-governador Sérgio Cabral, que está preso. A propina era paga para garantir que interesses de políticos participantes do esquema fossem atendidos no Legislativo estadual.

O mensalinho era pago por meio de superfaturamento de contratos estaduais e federais. Ainda segundo a PF, os parlamentares também eram beneficiados com a distribuição de cargos em órgãos públicos do Estado, com o alocamento de mão de obra comissionada ou terceirizada.

Cadeia Velha: MPF pede condenação de Picciani, Melo e Albertassi

O nome da operação, Furna da Onça, faz referência à sala usada pelos deputados para discutir como votariam antes das sessões, momento descrito por eles como a hora de a "onça beber água".

O governo do Rio de Janeiro disse que "desconhece os fatos e não teve acesso aos autos do processo". O Detran respondeu por meio de nota que "está à disposição das autoridades para qualquer esclarecimento".

Fonte: R7

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