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21/11/2018 10h11 Atualizada há 3 anos
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Empresário e mais três são indiciados pelo homicídio do jogador Daniel

A Polícia Civil do Paraná definiu por quais crime serão indiciados os sete presos por envolvimento na morte do jogador Daniel Corrêa. O empresário Edison Brittes responderá por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Eduardo da Silva, Ygor King e David William da Silva também foram indiciados pelos mesmos crimes. Segundo a investigação, o trio teria ajudado a agredir Daniel antes da morte do atleta.

A filha de Edison, Allana, e a mulher do empresário, Cristiana, serão indiciadas por coação de testemunha e fraude processual. Segundo a Polícia, elas teriam mentido ao prestarem depoimentos sobre o caso. Além disso, participaram de uma conversa em um shopping com testemunhas do assassinato, no qual tentaram combinar a versão de que Daniel teria saído mais cedo da casa da família, ainda com vida.

Foto: Gazeta Press
Foto: Gazeta Press

A previsão é de que a investigação seja encerrada na tarde desta quarta-feira, quando o inquérito com mais de 20 depoimentos será entregue ao Ministério Público do Paraná.

Daniel Corrêa, encontrado morto no dia 27, estava "bastante embriagado" e "totalmente indefeso" quando foi brutalmente assassinado, informou o delegado que investiga o caso, Amadeu Trevisan. O jogador foi para a capital paranaense comemorar o aniversário de Allana, assim como tinha feito no ano anterior. Daniel e um grupo de amigos saíram de uma casa noturna na noite do dia 26 e foram para a casa de Edison, onde a festa continuou.

Daniel passou por grandes clubes do futebol brasileiro, como o Coritiba, Botafogo e Ponte Preta. O meia tinha contrato até dezembro com o São Paulo, que havia emprestado o jogador ao São Bento.

A mãe da vítima contou ao EXTRA que Daniel começou a jogar futsal aos 5 anos e, desde o início, se destacava. Eliana Corrêa, que mora em Minas Gerais, contou ainda que o filho era uma pessoa tranquila, calma e que tratava todo mundo bem. Ela está muito abalada com o ocorrido e ainda não teve condições de comparecer à delegacia para prestar depoimento.

— Ele foi brutalmente assassinado — disse, frisando que saber o que aconteceu não faz diferença, pois "nada vai trazer ele de volta".

Fonte: Jornal Extra
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