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Postada em 06/12/2018 ás 10h29 - atualizada em 06/12/2018 ás 10h48

Publicada por: Laurivânia Fernandes

Falcão avalia carreira e legado no futsal: "Tudo valeu a pena"
Aos 41 anos, o ala se despede oficialmente das quadras nesta quinta-feira.
Falcão avalia carreira e legado no futsal:

Foto: André Durão

Foram pouco mais de duas décadas, 100 títulos, recordes, dribles desconcertantes e a construção de uma história para a eternidade. Aos 41 anos, Falcão deixa o legado de ser o principal nome da história do futsal e um dos atletas mais vitoriosos da história do esporte mundial. A despedida dele talvez tenha para os fãs o mesmo sabor amargo que algumas das inúmeras vítimas tiveram após um drible ou lance genial do craque ao longo dos anos. A lacuna deixada por Falcão dificilmente será preenchida, mas como ele mesmo diz: "A história está feita e foi escrita da melhor maneira possível".

Falcão contou em detalhes o drama vivido nos últimos anos para conseguir jogar. A idade trouxe ao craque lesões que causaram incômodo, choro e um sentimento de incapacidade jamais sentido para um jogador acostumado a decidir, vencer e ser o principal artista do espetáculo chamado futsal. E isso foi determinante para Falcão optar em viver, viver sem a cobrança e rotina diária em busca do alto rendimento. Afinal, não é necessário provar mais nada a ninguém.

"A gente nunca imagina que vai chegar a hora e o momento, mas acredito que, se tem um momento certo, é agora. Sou privilegiado de ter chegado com 41 anos jogando em alto nível. No meio do ano tive uma lesão chata, aí vi como é sofrer com lesão e ter recuperar, fazer fisioterapia e tomar injeção para jogar. Em um esporte de alto rendimento, se você não treinar todos os dias, sempre terá que correr atrás e eu que não gosto do mais ou menos, sempre fui vencedor. Colocava a bola de baixo do braço e falava: 'deixa pra mim'. Agora o corpo não responde mais. Então, esse é o momento de parar", conta.

Por fim, Falcão fez um balanço dos anos em que brigou contra as lesões ao mesmo tempo em que buscava manter o alto nível e prolongar a carreira. Apesar da luta, da derrota parcial para os problemas físicos, o sentimento é de missão cumprida. E o craque tratou de fazer um convite para o projeto de "aposentadoria": rodar o Brasil e o mundo fazendo jogos exibição.

"Eu paro de jogar profissionalmente para me divertir ainda mais. Meu incentivo em sempre melhorar e jogar no ginásio cheio, retribuir o carinho que eles esperam, com jogadas e tudo que eu sempre fiz da melhor maneira possível e que nos últimos anos vinha sendo difícil, devido a uma lesão que eu tive em 2015, até aquele período eu consegui me divertir, colocar a bola de baixo do braço e falar: 'daqui que eu vou resolver' e poder alegrar muita gente. Fica a história profissional para trás e que a diversão comece, continuo contando com vocês para lotar os estádios do Brasil e do mundo. Obrigado por tudo!".

 

Fonte: GE

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