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Equatorial - Energia
Piauí - Denúncia

Postada em 06/12/2018 ás 14h24 - atualizada em 06/12/2018 ás 15h52

Publicada por: Bruna Sampaio

Servidores acusam Cepisa/Equatorial de 'terrorismo'
A acusação ocorreu durante audiência pública realizada na Alepi.
Servidores acusam Cepisa/Equatorial de 'terrorismo'

Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino

Durante audiência pública realizada na manhã desta quinta–feira (6), no plenarinho da Assembleia Legislativa, a empresa Cepisa Equatorial foi acusada de fazer terrorismo contra os servidores, além de promover reajustes absurdos e sistemáticos nas contas de energia.

A audiência pública foi convocada pelos deputados Francisco Limma (PT) e Flora Izabel (PT), com o objetivo de discutir os procedimentos adotados pela Equatorial, após o processo de privatização da “Cepisa Eletrobras”, principalmente as demissões e os aumentos das tarifas, conforme explicou o deputado Limma Lula, ao abrir os trabalhos da audiência.

Mesmo convocada, a empresa não enviou nenhum representante para dar explicações. Sindicatos e entidades afins compuseram a mesa dos debates, como Paulo Bezerra, presidente da CUT; Paulo Sampaio, presidente do sindicato dos urbanitários; Raimunda Nonata, do conselho da Cepisa; Florentino, presidente do sindicato dos engenheiros e o ex-vereador Décio Solano, assessor do Palácio de Karnak, foi representando o governador Wellington Dias.

O sindicalista e ex-diretor Antônio Pereira fez um breve relatório da empresa desde a privatização, denunciando o terrorismo com e o abandono dos investimentos em programas como o “Luz para todos”.

“Como toda boa empresa, eles só vão investir naquilo que der lucro”, disse Pereira, que fez ainda um apelo ao Procom e ao Ministério Público, para que tome providências contra os aumentos desenfreados das tarifas.

Paulo Sampaio, presidente do Sindicato dos Urbanitários do Piauí, disse que várias audiências em estâncias diferentes estão sendo realizadas com o objetivo de regularizar as demissões em massa que estão acontecendo na empresa. Até agora, 42 funcionários já foram demitidos.

No final, Antônio Pereira apresentou uma pauta com sugestões para ser encaminha à empresa e aos órgãos de controle, qual sejam: a garantia dos empregos dos concursados, aceitando até o remanejamento: e o PDI – Plano de desligamento incentivado, dentre outros.

Fonte: Alepi

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