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Brasil Casos de abuso
14/12/2018 16h01
Por: Bruna Sampaio

Justiça decreta prisão preventiva do médium João de Deus

Justiça decreta prisão preventiva do médium João de Deus

A Justiça de Goiás determinou, nesta sexta-feira (14), a prisão preventiva do médium João Teixeira de Faria, conhecido como João de Deus. Ele é investigado por uma força-tarefa que apura denúncias de abuso sexual feitas por mulheres atendidas em seu centro espiritual, a Casa Dom Inácio de Loyola, na cidade de Abadiânia (GO). Até o momento, mais de 300 acusações já foram feitas à Promotoria.

Os relatos de casos de abuso sexual vieram à tona na sexta-feira (7) em entrevistas de seis mulheres ao programa Conversa com Bial, da TV Globo. Além do MP goiano, promotores de São Paulo, Paraná e Minas Gerais abriram canais para receber denúncias contra o médium. 

A prisão foi solicitada pelo MP-GO na última quarta-feira. O órgão, que criou um e-mail específico para receber denúncias de vítimas, já recebeu relatos de Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Pará e Santa Catarina.

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Procurada, a defesa de João de Deus não se manifestou. Na quarta 12, João de Deus apareceu publicamente pela primeira vez após as acusações, em uma rápida visita à Casa Dom Inácio de Loyola. Ele falou brevemente a seguidores que o aguardavam.

“Meus queridos irmãos e minhas queridas irmãs, agradeço a Deus por estar aqui. Ainda sou irmão de Deus, mas quero cumprir a lei brasileira porque estou na mão da lei brasileira. João de Deus ainda está vivo. A paz de Deus esteja convosco.” Na saída do centro espírita, cercado por funcionários, ele voltou a negar as acusações e se disse inocente.

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