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Jornalista, comunicador, árbitro judicial, consultor diplomático, cônsul honorário da Bielorrússia, editor da Revista VOX e Publisher da BrazilianNEWS.
Política Artigo
01/01/2019 12h11 Atualizada há 3 anos
Por: Jornalista Milton Atanazio

Bolsonaro e o taxímetro

Estamos entrando no ano novo (2019) e começando um governo novo. Daqui há pouco o capitão reformado do Exército, de 63 anos, será o 38º presidente do Brasil e o 8º desde a redemocratização. O Sr. Jair Bolsonaro estará recebendo a faixa presidencial e será o novo mandatário do Brasil. Eleito em outubro de 2018 com uma vitória avassaladora de quase 58 milhões de votos. Toma à mão, o leme do País.

A campanha eleitoral, ficou parta trás. A partir de agora será o presidente de todos os Brasileiros. O sentimento que tem de se estabelecer é de que aqueles que foram vitoriosos nas urnas e os que não tiveram sucesso nos votos que escolheram, agora estão no mesmo barco. Devem torcer para que a nova administração seja um sucesso.

Bolsonaro e o taxímetro

O Instituto de Pesquisas Datafolha, divulgou hoje, o resultado de uma pesquisa sobre a expectativa da população brasileira em relação a gestão Bolsonaro. Na pesquisa o seu governo será bom ou ótimo para 65% do eleitorado. Só 12% acreditam que ele será ruim ou péssimo. Os 65% de expectativa positiva é um número muito expressivo, uma vez que Bolsonaro foi eleito por 55,13 % dos votos válidos. Cresceu, portanto, a expectativa positiva.

Os desafios que estão aí para Bolsonaro são gigantescos. 20 milhões de pessoas estão no desemprego, ou no subemprego, ou até desistiram de procurar trabalho. Esse drama imenso está posto e o desafio é superá-los nos próximos 4 anos. Não só o desafio do desemprego, mas os desafios da economia, da segurança, do meio ambiente, da saúde, da educação entre outros tantos obstáculos. Esse passivo todo está colocado para Bolsonaro e seu time de ministros e colaboradores diretos.

O taxímetro começa a correr. Está na bandeira 2, precisando percorrer uma distância gigantesca e tem 4 anos para atravessar esse desafio. O quadro não permite que nas resoluções que o governo venha a tomar, daqui para a frente, seja a de um país serenado, tranquilo, com indicadores sossegados. O país precisa sair da crise em velocidade de fórmula 1. O quadro dos governos estaduais é assombroso e ainda pior, com os estados em situação falimentar, com suas dívidas colossais, insolvência e inchaço da máquina pública.

Que a realidade daqui há 4 anos possa nos dar outro tipo de perspectivas melhores que a atual. Deposito eu a esperança de ter um País melhor. Que venha 2019 e que venha Bolsonaro!

Fonte: Milton Atanazio
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