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Brasil - Fusão Embraer-Boeing

Postada em 11/01/2019 ás 14h10

Publicada por: Jornalista Milton Atanazio

Presidente Bolsonaro autoriza fusão entre Embraer e Boeing
Bolsonaro foi informado que proposta preserva soberania e interesses nacionais
Presidente Bolsonaro autoriza fusão entre Embraer e Boeing

Após reunião no Planalto com o alto comando das Forças Armadas e a área econômica, Bolsonaro foi informado que proposta preserva soberania e interesses nacionais e diz não ser contra a fusão Embraer-Boeing
Bolsonaro diz não ser contra a fusão Embraer-Boeing

 

Depois de uma reunião no Palácio do Planalto com o alto comando das Forças Armadas e a área econômica, o presidente Jair Bolsonaro autorizou a fusão entre a Embraer e a Boeing, um negócio que o presidente chegou a questionar.

O alto comando das Forças Armadas foi chamado ao Planalto para uma reunião no gabinete presidencial com a equipe econômica, os ministros da Defesa, das Relações Exteriores, da Ciência e Tecnologia, para tratar do destino da Embraer.

O presidente havia manifestado preocupação com a possibilidade de transferência da operação da Embraer para fora do Brasil. Da união das duas vai nascer uma nova empresa de aviação comercial.

A nova empresa terá um valor de mais de US$ 5 bilhões; 80% desse capital serão da Boeing e os outros 20% serão da Embraer que, se quiser, terá o direito de vender a participação na nova companhia para os americanos depois de cinco anos.

No início da noite o governo divulgou uma nota em que diz que a reunião serviu para apresentar os termos das tratativas entre Embraer e Boeing. O presidente foi informado de que foram avaliados minuciosamente os diversos cenários, e que a proposta final preserva a soberania e os interesses nacionais. Diante disso, não será exercido o poder de veto ao negócio.

O governo disse que haverá recebimento de dividendos relativos aos 20% da participação da Embraer na empresa de aviação comercial; serão mantidos os empregos atuais no Brasil; haverá preservação do sigilo e da prioridade do governo em definições em projetos de defesa; será criada uma joint venture para o projeto do avião militar KC-390 - nesse negócio, a Embraer tem 51% do controle.

Em nota conjunta, Boeing e Embraer afirmaram que “a parceria estratégica das duas empresas, irá acelerar o crescimento em mercados aeroespaciais globais” e que agora “o conselho de administração da Embraer deverá ratificar a aprovação prévia dos termos do acordo e autorizar a assinatura dos documentos da operação. Em seguida, a parceria será submetida à aprovação dos acionistas, das autoridades regulatórias, bem como a outras condições pertinentes à conclusão de uma transação deste tipo. A expectativa das empresas é que a negociação seja concluída até o final de 2019”.

Com informações do G1

Fonte: G1

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