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Economia - Esatudo

Postada em 19/11/2017 ás 00h30

Publicada por: Bruna Sampaio

Sem acordos internacionais, Brasil perde espaço no comércio mundial
Estudo mostra também queda de participação da América Latina e do Caribe
Sem acordos internacionais, Brasil perde espaço no comércio mundial

Foto: Agência O Globo

Mesmo com uma parcela pequena do comércio mundial, o Brasil ainda perdeu 10% de sua participação desde a crise financeira internacional. Estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) divulgado ontem mostra que a fatia caiu de 1,4% para 1,3%. Ao mesmo tempo, a cota da América Latina e Caribe caiu de 6,16% em 2010 para 6,07% em 2015.

O documento classifica como “significativa” a redução da participação da região no fluxo de comércio do mundo, a despeito de parecer pequena. A variação representa um montante de US$ 14,3 bilhões, ou 1,6% do montante exportado pela América Latina e Caribe em 2015.

O movimento reflete um aumento menor das exportações da região que as do resto do mundo. Enquanto as vendas externas de América Latina e Caribe avançaram 2,5% entre 2010 e 2015, a taxa mundial foi de 4,1%. Já as exportações brasileiras caíram 6,1% no mesmo período. O México foi o único país do continente que conseguiu aumentar sua participação no comércio mundial, puxado pelo aumento de 30,4% das exportações e pela alta na competitividade.

O ano de 2017, no entanto, aponta um desempenho melhor para a região, embora ainda a um ritmo inferior ao mundial. A exportação cresceu 13,2% no primeiro semestre, após uma queda de 3,3% em 2016. A recuperação, segundo o BID, foi puxada principalmente pelos preços de produtos básicos. Há preocupação, no entanto, sobre a continuidade desse movimento, já que as projeções para o segundo semestre indicam uma provável desaceleração do crescimento.

Para o economista Paolo Giordano, coordenador do estudo, “a região enfrenta um cenário comercial substancialmente menos propício que o que prevaleceu antes da crise”. Por isso, defende ele, é preciso uma “mudança radical” nas políticas de inserção internacional para “reverter a perda competitiva”.

 

Fonte: O Globo

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