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Ilizianny de Carvalho Correspondente do município.
Cidades - Floriano

Postada em 15/01/2019 ás 12h03 - atualizada em 15/01/2019 ás 12h04

Publicada por: Ilizianny de Carvalho

Campanha “Janeiro Roxo” tem início em Floriano
A abertura da campanha ocorreu na manhã desta terça-feira (15), na UBS Camilo Filho.
Campanha “Janeiro Roxo” tem início em Floriano

Foto: Secom

A campanha “Janeiro Roxo”, dedicada à conscientização, prevenção e luta contra a hanseníase, terá ações em Floriano até o dia 31 de janeiro. A abertura da campanha ocorreu na manhã desta terça-feira (15), na Unidade Básica de Saúde Camilo Filho, no bairro Meladão. A programação inclui palestras, rodas de conversa, dinâmicas, distribuição de panfletos e folder informativo, em todas as UBS.

O Dia Mundial da Luta contra a hanseníase acontece em 27 de janeiro, a data busca alertar a população sobre os sinais e sintomas da doença, além de incentivar a procura pelos serviços de saúde. “A hanseníase é uma doença que atinge a pele e os nervos periféricos, que pode causar deformidades físicas se não forem diagnosticadas no início da doença”, alerta a coordenadora do programa de Hanseníase do município, Milena Portela.

Por este motivo, a campanha desse ano tem como tema “Diagnóstico precoce: cura sem sequelas”, com foco para o diagnóstico precoce. Todos os casos de hanseníase têm tratamento e cura e o diagnóstico precoce é fundamental. O tratamento é fornecido gratuitamente em qualquer Unidade Básica de Saúde, podendo durar de 6 a 12 meses. Por isso é preciso estar atento aos sinais da doença, que incluem manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas em qualquer parte do corpo, principalmente com perda de sensibilidade.

Dados da Coordenação Municipal de Hanseníase mostram que 42 pacientes estão em tratamento desde o último ano, nenhum caso de abandono de tratamento foi registrado, nem de óbito. Além disso, 70 pessoas que possuem contato direto com esses pacientes foram avaliadas nos serviços de saúde para realização de exames e orientações sobre a doença. “Nosso trabalho não para, estamos sempre fazendo buscas para diagnosticar e tratar a hanseníase”, finalizou Milena Portela.

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