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12/02/2019 07h54 Atualizada há 2 anos
Por: Bruna Sampaio

Wellington apresenta reforma administrativa aos deputados

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O governador Wellington Dias apresentou, nesta segunda (12), para os deputados da base aliada da Assembleia Legislativa do Piauí, uma proposta de reforma administrativa que propõe a extinção de 19 órgãos estaduais. A proposta também planeja a fusão entre secretarias e absorção de algumas áreas. O objetivo principal da mudança é garantir mais agilidade à prestação de serviços e realização de obras.

Segundo o governador Wellington Dias a ideia é dar uma nova dinamicidade ao estado para que se possa trabalhar buscando as metas do programa apresentado na eleição. Queremos alcançar alto índice de desenvolvimento humano (IDH a partir de 0,7) até 2022. “A reforma vem para modernizar e simplificar os processos administrativos. Buscamos reduzir as despesas e temos que trabalhar para não entrar em colapso. Essas medidas são tomadas para que possamos manter os investimentos”, destaca Wellington Dias.

Modernização e simplificação

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Entre as medidas propostas na reforma está a redução da frota de veículos do estado com a implantação da ferramenta TaxiGov para uso de todos os órgãos do poder executivo na capital, a exemplo de aplicativos como o Uber e o 99, a fim de reduzir drasticamente os custos com locação de veículos.
 

O projeto da reforma também prevê a criação de uma Central de Projetos, ligada a Secretaria de Planejamento. Outro ponto é a criação do SEI – Sistema Eletrônico de Informação (processo eletrônico), que visa acabar com processos em papel e tornar os procedimentos mais ágeis.

O secretário de Administração, Ricardo Pontes, adianta mais inovações: os gestores de cada pasta terão que cumprir um Contrato de Gestão, com metas e índices de mensuração estabelecidos pela Secretaria Estadual de Planejamento.
 

“Quando o governador for despachar com determinado secretário, o primeiro ponto da pauta serão as metas, saber se foram atingidas, ou quais as dificuldades. Caso o problema seja uma deficiência do gestor, ele será chamado para conversar e, se for o caso, até ser substituído por um novo gestor que possa cumprir o que foi pactuado”, afirma Pontes.

Também está prevista a criação do Portal de Serviços ao Cidadão, uma espécie de Espaço da Cidadania na web, e do SIAPO – Sistema Integrado de Avaliação do Planejamento e Orçamento. Serão definidas as instâncias de decisões e autorizações para novos projetos e contratos, bem como a implantação de novo Sistema de Gestão de Pessoas e o Sistema de Controle de Diárias e Passagens

Centralização

A Reforma prevê que toda política de contratação de pessoal, aumento salarial, capacitação e concursos deve ser pactuada primeiro pelo Conselho de Gestão de Pessoas. Além disso, a extinção e fusão de órgãos visa definir as atribuições específicas de cada pasta, evitando a sobreposição de ações.

Dessa forma, o Instituto de Desenvolvimento do Piauí (Idepi) deve centralizar todas as obras e ações na área de Recursos Hídricos, o que resultará na extinção da Coordenadoria de Recursos Hídricos. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PI) será responsável por todas as ações relacionadas à manutenção e conservação de rodovias pavimentadas e vicinais.
 

A Secretaria de Administração e Previdência deve centralizar todos os processos de licitação. A Empresa de Gestão de Recursos do Piauí (Emgerpi) ficará apenas com a gestão de pessoas, uma vez que a gestão das carteiras imobiliárias serão repassadas para a Agência de Desenvolvimento Habitacional (ADH), juntamente com o Programa de Regularização Fundiária Urbana (Minha Casa Legal). 

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