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Política - Principais destaques

Postada em 28/02/2019 ás 09h48

Publicada por: Jornalista Milton Atanazio

Destaques dos principais jornais hoje (Quinta-feira dia 28)
Veja quais são as notícias de destaque nos matutinos brasileiros
Destaques dos principais jornais hoje (Quinta-feira dia 28)

Veja quais são as notícias de destaque nos matutinos brasileiros

Destaques dos principais jornais hoje (Quinta-feira dia 28)

Militares querem aumento de soldo junto com reforma; Desemprego volta a subir em janeiro. Jornais de quinta (28)

Veja quais são as notícias de destaque nos matutinos brasileiros

A Folha de S.Paulo afirma que deputados aliados do governo já negociam a flexibilização de alguns pontos da proposta de reforma da Previdência para diminuir a resistência ao texto na Câmara. Segundo o matutino, uma das principais questões onde deve haver mudança é a previsão de um valor mínimo de contribuição para trabalhadores rurais.

Atualmente, os trabalhadores pagam o INSS segundo a verba da produção. Já o novo texto estabelece uma contribuição de R$ 600 por ano à Previdência. A ideia de alguns deputados é reduzir o valor para R$ 180 ou até R$ 200. Outro ponto que tem sido analisado é o endurecimento das regras de pagamento de benefícios a aposentados em situação de miséria.

Hoje, o chamado Benefício de Prestação Continuada é paga a idosos e deficientes em situação de miséria a partir dos 65 anos. Pelo novo texto, essas pessoas receberão metade de um salário mínimo a partir dos 60 anos e, ao completar 70 anos, terão direito ao salário mínimo integral. "Governistas já negociam flexibilização de reforma", sublinha a manchete da Folha.

O Globo também dá destaque à reforma da Previdência e enfatiza que uma das mudanças propostas no texto é o fim da incorporação de ganhos adicionais de servidores ao valor da aposentadoria.

De acordo com O Globo, a alteração vai atingir principalmente trabalhadores que entraram no serviço público até 2003 e que ainda se aposentam com o último valor recebido na carreira, incluindo adicionais como a gratificação por cargo de confiança.

O governo acredita que a mudança gera justiça contributiva e vai ajudar na recuperação das contas públicas. "A medida vai permitir que as pessoas só levem para o benefício as contribuições que fizeram de fato ao longo da vida", afirmou o secretário-adjunto de Previdência, Narlon Gutierre Nogueira.

Profissionais que têm carga horária variada, como professores e profissionais de saúde, também serão atingidos pela mudança no cálculo da aposentadoria. Atualmente, muitos profissionais aumentam a carga horária de trabalho nos últimos anos para aumentar o valor da aposentadoria.

Com a reforma, o cálculo será feito com base na média de carga horária dos últimos 10 anos. "Reforma limita gratificações na aposentadoria de servidor", destaca o título principal do Globo.

O Estado de S.Paulo afirma que a falta de um consenso entre o governo e os militares sobre o reajuste na remuneração está travando as ações do governo para enviar a proposta de reforma previdência dos militares ao Congresso.

O Estadão mostra que o ministro Paulo Guedes (Economia) concorda que os salários dos militares estão defasados, mas acredita que um reajuste neste momento pode contaminar a discussão da reforma e a previsão de economia feita pelo governo.

Já o Ministério da Defesa acredita que o reajuste deve ser feito agora, antes da aprovação da reforma. Para integrantes do ministério, a chance de um reajuste após a aprovação da reforma é mínima. A ala militar argumenta que há uma defasagem salarial grande em relação às demais carreira, entre 31% e 62%.

O Estadão lembra que, em 2001, os militares perderam benefícios como o auxílio-moradia e a concessão de um posto acima na inatividade, o que reduziu o poder aquisitivo. O matutino também ressalta que o governo pretende enviar o projeto de reforma da previdência dos militares para o Congresso até o dia 20 de março. "Discussão sobre salário de militares trava Previdência", diz a manchete do Estadão.

Os jornais também destacam que a taxa de desemprego no Brasil aumentou para 12% no trimestre encerrado em janeiro, atingindo 12,7 milhões de pessoas, segundo dados divulgados nesta quarta (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Trata-se do maior número de desocupados desde agosto do ano passado, após uma sequência de 8 meses seguidos de quedas e um de estabilidade.

Fonte: g1

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