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Piauí Lagoa do Piaui
01/03/2019 11h18 Atualizada há 2 anos
Por: Bruna Sampaio

Vereador Jesus Cabiceira envia direito de resposta ao R10

O vereador Antônio de Jesus da Silva, conhecido como Jesus Cabiceira (PSB) enviou ao portal R10 direito de resposta sobre a matéria divulgada neste site, onde relata uma confusão durante audiência na Câmara Municipal de Lagoa do Piauí.

Confira na íntegra o relato do vereador:

Jesus Cabiceira - Foto: reprodução
Jesus Cabiceira - Foto: reprodução

“Na terça-feira, ultimo dia 26, na audiência pública na Câmara Municipal de Lagoa do Piauí, audiência essa que se tratava da prestação de contas do exercício de 2018, o vereador Jesus Cabiceiras, munido de duas notas fiscais que, no meu entendimento, o valor estava acima do preço de mercado, que nós temos aqui no município, quando o prefeito se pronunciou e falou que não poderia ficar até o final da audiência, que tinha outros assuntos a tratar. Eu, vereador Jesus Cabiceiras, de posse dessas notas ficais em mãos, como o prefeito falou que ia se retirar, pedi permissão a ele para me responder apenas algumas perguntas sobre essas duas notas fiscais e ele prontamente me atendeu. Quando eu estava fazendo as perguntas, que eram sobre material de construção, brita - areia grossa, que foram compradas com dispensa de licitação - eu tenho a nota fiscal e mostrei a população -, questionei ao prefeito porque ele estava comprando o metro de areia grossa no valor de 90 reais e metro de brita no valor de 130 reais. O prefeito me respondeu dizendo que era licitação, eu falei que era dispensa de licitação. Perguntei para ele, já que foi feita uma licitação e o preço desse material, que no meu entendimento estava acima do preço de mercado, por que ele mesmo não tentou fazer uma maneira de cancelar essa licitação e abrir outra para que a gente barganhasse um preço melhor e o município pudesse economizar ainda mais. Na oportunidade, convidei o presidente da Câmara, ele se aproximou de mim e começou a dizer que eu estava fugindo do foco da audiência publica, sendo que eu estava tratando de nota fiscal que foi paga com dinheiro público. E a audiência era uma prestação de conta pública para apresentar o que entra e o que sai. Então eu achei que seria importante não só os dados técnicos dos contadores, mas sim, além dos dados técnicos, fosse apresentado o que entra e o recurso que sai e como esse recurso sai. Eu fui abordado pelo vereador Edvam Duarte, que senta ao meu lado, quando ele se aproxima de mim e usa o microfone dele para dizer que estou fugindo do foco da audiência. Como eu estava com a fala, que foi concedida pelo prefeito, eu estava concluindo e ele toda hora impedindo. Ele baixa meu microfone, eu puxo e ele baixa novamente, eu puxo novamente. Na terceira vez, ele tira uma peça do microfone, na quarta vez, ele quebra meu microfone e já se arma com o dele para vir para cima de mim. Me levanto rapidamente, porque fiquei com a minha parte maior do microfone e tentei me defender. Então, o que aconteceu foi isso. O vereador Edvam se sentiu mais nervoso quando convidei ele para a gente ir até a Polícia Federal pedir uma investigação dessa licitação. Em nenhum momento eu falei que as licitações do município são todas fraudadas".

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