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Política Paulo Guedes
07/04/2019 09h37 Atualizada há 3 anos
Por: Jornalista Milton Atanazio

Aplaudido de pé, Paulo Guedes é recebido como ‘herói’ entre empresários

Aplaudido de pé, Paulo Guedes é recebido como ‘herói’ entre empresários

Ministro da Economia, Paulo Guedes participa do Fórum Lide em Campos do Jordão (SP).

Ministro da Economia, Paulo Guedes participa do Fórum Lide em Campos do Jordão (SP) – 05/04/2019© Gustavo Rampini/Lide Ministro da Economia, Paulo Guedes participa do Fórum Lide em Campos do Jordão (SP)
Ministro da Economia, Paulo Guedes participa do Fórum Lide em Campos do Jordão (SP) – 05/04/2019© Gustavo Rampini/Lide Ministro da Economia, Paulo Guedes participa do Fórum Lide em Campos do Jordão (SP)

“Quero agradecer esse ministro que já é um herói para nós.” Foi assim que João Doria Neto, diretor executivo do Grupo Doria e filho do governador do Estado de São Paulo, fez referência ao ministro da Economia, Paulo Guedes, o convidado mais ilustre do 18º Fórum Empresarial do Lide, organização que reúne alguns dos maiores empresários do país.

André Esteves, presidente do banco BTG Pactual, pediu o microfone para fazer o coro: “A sua avaliação histórica e sobre onde podemos chegar soa como música aos ouvidos. Para fazer referência a outros tempos, nunca antes na história deste país tivemos um ministro da Fazenda com visão tão acertada”. Um ambiente bem menos hostil do que o ministro encontrou na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, na quarta-feira 3, quando foi acusado pelo deputado Zeca Dirceu (PT-PR) de ser “tchutchuca” para os privilegiados do país, enquanto era “tigrão” com aposentados, idosos, agricultores e professores.

Durante quase uma hora, Guedes falou o que aquela audiência mais queria ouvir: prometeu se engajar pela Previdência, fazer privatizações, reduzir e descentralizar o gasto público e promover uma reforma tributária. Foi o caso do Sistema S, as redes de centros culturais e escolas mantidas por sindicatos patronais, a partir de dinheiro oriundo de impostos sobre a folha de pagamento. Guedes voltou a indicar que pretende fazer um corte duro nos valores que o Sistema recebe –e, para a alegria dos empresários, quer reduzir os impostos sobre a folha de pagamento.

“Sobre o Sistema S, quando você recolhe impostos sobre a folha, você destrói empregos. E você vai usar esse dinheiro para o quê? Para educar o filho do trabalhador que você desempregou? É uma função social interessante, mas questionável”, criticou.

E o ministro parecia saber o que tinha que dizer. Em um dado momento, ao iniciar o detalhamento da sua proposta de simplificação tributária, com a unificação de vários impostos em uma única taxa federal sobre valor agregado, o mediador, o jornalista William Waack, interrompeu o titular da Economia e avisou que ele estava respondendo às perguntas da plateia antes que elas pudessem ser lidas a ele. Guedes riu e continuou.

Durante o discurso, o ministro ensejou entender que sua força política está ali: lideranças políticas de centro-direita, em especial o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e o próprio Bolsonaro alinhadas ao atendimento das demandas citadas, pedidos antigos que aquela plateia sempre quis ver atendidos e que agora encontrou seu “herói”.

“Então, eu vou ter medo do quê? De tratar com algum desrespeito quem me tratou por mais de seis horas com muito desrespeito?”, relembrando a longa audiência a que se submeteu na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados.

Ao final, teve a resposta positiva: as cercas de 200 pessoas presentes em um centro de convenção na bucólica Campos do Jordão se levantaram e, enfaticamente, aplaudiram Paulo Guedes.

Fonte: Veja
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