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Professor Ricardo Ribeiro
Professor Ricardo Ribeiro
Professor, Pedagogo, Consultor Educacional e pedagógico, Coordenador de Ensino Digital, membro da Associação Brasileira de Educação a Distância. Apaixonado por Educação, Aprendizagem e Desenvolvimento pessoal.
Educação EAD
10/04/2019 13h08 Atualizada há 2 anos
Por: @profricardoribeiro

Educação a distância e o cenário educacional

Foto: Banco de imagens.
Foto: Banco de imagens.

O que é o cenário senão um lugar onde ocorre ou acorreu um fato?

Frequentemente estamos envolvidos nos mais variados cenários, sendo a escola presencial um dos mais amplamente conhecidos pelos educadores. Mesmo com todo o investimento nas Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) que vem ocorrendo desde as décadas finais do século XX e as iniciais do Século XXI, para a maioria dos professores, a sala de aula presencial continua sendo o seu maior palco.

Você concorda? Por quê? Deixe seu ponto de vista nos comentários.

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Embora o ensino presencial ainda seja o mais praticado mundo afora, uma modalidade vem ganhando corpo ano a ano, ou mesmo, hora a hora: trata-se da modalidade de ensino a distância, o ensino mediado por tecnologia.

O século XX foi marcado por transformações significativas em todos os segmentos da sociedade, inclusive na educação. A sala de aula, os alunos e as modalidades de ensino mudaram, dando lugar às novas ferramentas e formas de disseminar o conhecimento.

Neste cenário, a Educação a Distância vem ganhando espaço, envolvendo um número cada vez maior de pessoas interessadas em estudar e/ou trabalhar nessa modalidade de ensino.

A EaD traz novos caminhos e possibilidades para a educação, sobretudo para um público que opta por esta modalidade para retomar e/ou continuar seus estudos. Para aqueles que não podem ou não querem frequentar um curso presencial, a flexibilidade de espaço e de tempo são fatores bastante interessantes, o que faz com que esta modalidade ganhe bastante força.

Trata-se de um novo paradigma, tendo em vista que trata de sociedade do conhecimento, em que a tecnologia passa a fazer parte do mundo social e do trabalho. Educar para uma sociedade do conhecimento requer sujeitos autônomos, críticos, criativos, eternamente aprendentes e exige novas metodologias, novas práticas fundamentadas em novos paradigmas da ciência e novos ambientes interativos de aprendizagem. (BARION, 2012).

No final da década de 1990, o poder de comunicação via Internet, juntamente com os novos progressos em redes de telecomunicação e comunicação, possibilitou que dispositivos portáteis, tais como notebooks, palmtops, handhelds, MP3 Players e celulares pudessem se intercomunicar.

O acesso à rede mundial de computadores, a disseminação dos computadores pessoais e uma série de aparelhos especializados distribuídos em todos os setores da sociedade influenciaram a vida e as atividades das pessoas nos espaços domésticos, no trabalho, em veículos de transporte, em entretenimento, enfim, em qualquer lugar. Novas formas de ensino e aprendizagem vão ganhando espaços no campo educativo.

O Ministério da Educação define Educação a Distância como:

“Modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorra com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com pessoal qualificado, com políticas de acesso, com acompanhamento e avaliação compatíveis, entre outros, e desenvolva atividades educativas por estudantes e profissionais da educação que estejam em lugares e tempos diversos.” MEC, Decreto nº 9.057/2017

Embora a EaD possa resultar em aprendizagem significativa e com a participação ativa do aluno, é necessária uma pedagogia sustentada pela comunicação interativa, ou seja, uma modalidade que requeira participação, cooperação e colaboração entre os atores envolvidos no processo de ensino e aprendizagem.

Uma das características da EaD é permitir que o aluno seja o sujeito do processo, ou seja, é ele quem determina quando e como estudar, passando a ser o responsável por sua aprendizagem. Obviamente isso exige dele uma postura proativa, independente e autônoma.

Na EaD, o aluno também deve assumir um novo papel de participante ativo no processo de aprendizagem mediado pelas tecnologias, aprendendo individualmente e colaborando com a aprendizagem dos demais colegas, deixando o perfil do tradicional aluno passivo e repetidor para assumir um novo perfil: o de participante ativo na construção do conhecimento, reflexivo, criativo e autônomo, preparado para atender às demandas cada vez mais complexas da sociedade atual.

Outra característica da EaD é o uso das ferramentas de comunicação mediadas pela tecnologia, o modelo instrucional dos cursos busca utilizar os mais variados tipos de mídias e recursos que possibilitem a interação entre alunos e professores.

É nesse contexto tecnológico que mais e mais alunos, em sua maioria jovens, procuram a EaD e se adaptam a ela com certa facilidade. Quem é, então, este aluno mais conectado, multitarefado, colaborativo, participativo e ativo no processo de ensino? No próximo artigo vamos falar do perfil do aluno on-line e suas características. Em tempo, colabore com esse artigo, colocando suas contribuições nos comentários.

Grande abraço!

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