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Política - Destaques

Postada em 13/04/2019 ás 08h55

Publicada por: Jornalista Milton Atanazio

13 de abril, sábado - Os principais destaques nos jornais de HOJE
Veja quais são as notícias de destaque nos matutinos brasileiros
13 de abril, sábado - Os principais destaques nos jornais de HOJE

Petrobras perde mais de R$ 32 bi em valor de mercado após intervenção de Bolsonaro

Bolsonaro interfere e Petrobras perde R$ 32 bi; Prédios desabam no Rio. Jornais de sábado (13)

Veja quais são as notícias de destaque nos matutinos brasileiros

Os jornais brasileiros repercutem a intervenção do presidente Jair Bolsonaro no reajuste de preços do diesel divulgado pela Petrobras, gerando uma perda de R$ 32 bilhões para a estatal. O Globo lembra que a Petrobras anunciou o reajuste de 5,7% no preço do diesel por volta das 13 horas desta quinta-feira (11) e, na noite do mesmo dia, após pedido de Bolsonaro, a estatal suspendeu o reajuste. Especialistas viram a decisão de Bolsonaro como uma intervenção na empresa.

Ao se explicar, Bolsonaro disse que ficou preocupado com a reação dos caminhoneiros ao reajuste e, além de pedir a suspensão do reajuste, convocou uma reunião na terça-feira (16) para que a direção da empresa justifique o aumento. Em viagem a Washington, o ministro Paulo Guedes (Economia) deu a entender que não foi consultado pelo presidente antes da intervenção na Petrobras. "Após interferência do governo, Petrobras perde R$ 32 bilhões", afirma a manchete do Globo.

Petrobras perde mais de R$ 32 bi em valor de mercado após intervenção de Bolsonaro 

Jornal das Dez (Assista o link) https://g1.globo.com/globo-news/jornal-das-dez/videos/v/petrobras-perde-mais-de-r-32-bi-em-valor-de-mercado-apos-intervencao-de-bolsonaro/7537617/

A Folha de S.Paulo enfatiza que, inicialmente, a Petrobras negou a interferência do Planalto na suspensão do reajuste, mas o próprio presidente reconheceu que orientou a estatal a recuar da decisão sobre o reajuste. De acordo com a Folha, a atitude de Bolsonaro assustou o mercado e o temor é o de que as intervenções se tornem uma regra.

Somente essa interferência gerou uma queda de 8,5% nas ações da Petrobras. Essa foi a maior queda percentual da estatal desde 1º de junho de 2018. O Banco BTG Pactual classificou a intervenção como um "déjà vu", se referindo ao congelamento de preços dos combustíveis realizado pelo governo Dilma Rousseff.

Apesar disso, o banco avalia que a intervenção pode ter sido feita para evitar uma paralisação dos caminhoneiros, o que cria um dilema na situação. Segundo a Folha, a suspensão do reajuste está mantida e gera uma perda de R$ 14 milhões por dia para a Petrobras. "Bolsonaro dita o preço do diesel, e Petrobras cai R$32 bi na Bolsa", sublinha o título principal da Folha.

O Estado de S.Paulo também comenta o assunto e dá ênfase às declarações de Bolsonaro, que negou ser intervencionista mas admitiu que se assustou com o reajuste no preço do diesel. "Não vou ser intervencionista, não vou praticar política que fizeram no passado, mas eu quero números da Petrobras", disse o presidente. Ele reafirmou que não entende de economia, mas defendeu que o Brasil não continue com a política de "preços altos dos combustíveis".

O Estadão destaca que a alta de 5,7%, se colocada em prática, seria a maior desde o início da gestão de Bolsonaro e do presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco. Até então, o maior reajuste havia sido feito em fevereiro, de 3,5%. "Valor da Petrobras cai R$ 32 bi após intervenção de Bolsonaro", destaca a manchete do Estadão.

Na primeira página, O Globo também dá destaque ao desabamento de dois prédios na Favela da Muzema, no Rio de Janeiro, que deixou ao menos 7 mortos e pelo menos 7 feridos. O matutino informa que 13 pessoas ainda estão desaparecidas e ressalta que as fortes chuvas que caíram na cidade nos últimos dias dificultaram os trabalhos dos bombeiros e das ambulâncias no resgate às vítimas.

O jornal carioca lembra que os prédios foram construídos de maneira irregular no condomínio Figueira do Itanhangá e que, apesar de saber sobre os riscos, a prefeitura do Rio não conseguiu conter o avanço das ocupações no local. O matutino também ressalta que as construções irregulares são rentáveis para as milícias da região que, além de explorar terrenos na Muzema, atua em Tijuquinha.

O Globo também registra a declaração dada por Bolsonaro sobre o carro fuzilado por 80 tiros de militares em Guadalupe, no Rio de Janeiro, que levou à morte do músico Evaldo dos Santos Pereira. O presidente afirmou, após seis dias da tragédia, que "o Exército não matou ninguém" e classificou o absurdo acontecido como um "incidente".

"Houve um incidente, uma morte. Lamentamos a morte do cidadão trabalhador, honesto, e está sendo apurada a responsabilidade", disse Bolsonaro durante a inauguração do aeroporto de Macapá nesta sexta-feira (12). O presidente ainda explicou que uma perícia está sendo feita "para ter a certeza do que aconteceu naquele momento". Mais cedo, o vice-presidente Hamilton Mourão afirmou que a tragédia seria maior se não fossem os "disparos péssimos" dos militares.

 

 

Fonte: g1

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