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Política - Câmara

Postada em 21/04/2019 ás 11h15

Publicada por: Jornalista Milton Atanazio

Base do governo ‘simplesmente não existe’, diz Major Vitor Hugo
O parlamentar admitiu “contratempos” provocados pela falta de uma base
Base do governo ‘simplesmente não existe’, diz Major Vitor Hugo

© Pablo Valadares Major Vitor Hugo, líder do governo

Base do governo ‘simplesmente não existe’, diz Major Vitor Hugo

O deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO) defendeu, em uma série de tuítes neste sábado, 20, sua atuação na liderança do governo. O parlamentar admitiu “contratempos” provocados pela falta de uma base – “ela simplesmente não existe” –, mas pediu confiança no seu trabalho. “Sei o que estou fazendo e estou alinhado com o 01.”

A falta de coesão dos aliados do governo no Congresso tem atrapalhado a tramitação da principal proposta da gestão Jair Bolsonaro enviada ao Legislativo, a reforma da Previdência. No contratempo mais recente, os governistas não conseguiram que a PEC fosse votada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara na última quarta 17. Depois de uma sessão marcada por tumulto e trapalhadas, a análise ficou para a próxima semana.

“Tenho recebido críticas de pessoas que não sabem do contexto nem das orientações que recebo do presidente; não me conhecem e não sabem de onde vim; não têm a mínima noção da estratégias.”, escreveu Vitor Hugo. “Não posso falar tudo, claro, para não abrir toda a estratégia e perder a efetividade das ações”, acrescentou.

“As eleições foram atípicas: dois partidos nanicos, rompendo os demais, elegeram um presidente honesto, cristão e patriota. Não houve loteamento de ministérios, acertadamente. Disso tudo, não resultou uma base. Ela simplesmente não existe. É a realidade”, continuou. “Enquanto uma base mais estável não existir, estaremos expostos a todo tipo de contratempos. Uma ideia é que a base se forme tema a tema; caso a caso. Estamos no meio da transição, da acomodação entre sistemas. Desvios devem ser punidos exemplarmente e a harmonia, buscada a todo custo.”

Por fim, o deputado reconheceu “obstáculos” na relação entre os parlamentares do PSL e o próprio governo, mas disse não fazer sentido que a sigla de Bolsonaro não seja o pilar da “futura base”. “O PSL, meu partido, mas do qual não sou líder, é também o do presidente. Não faz sentido não ser a pedra angular da futura base. Atravessando obstáculos, temos buscado união e ação conjunta, mas precisamos avançar muito mais rápido. Sei disso e concordo com as críticas nesse sentido.”

Com informações da Veja.com

Fonte: veja

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