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Política CCJ
23/04/2019 08h55
Por: Jornalista Milton Atanazio

Planalto aposta em pressão de Maia sobre Centrão

Planalto aposta em pressão de Maia sobre Centrão, e Francischini afasta novo adiamento na CCJ

Ministros do governo Jair Bolsonaro ouvidos pelo blog G1 nesta terça-feira (23) avaliam que ainda é cedo para garantir 100% a aprovação da proposta de reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, mas eles apostam na pressão do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), sobre os parlamentares do Centrão para que a votação tenha menos obstáculos na sessão marcada para esta tarde.

“Não cabe na minha visão um novo adiamento- já foi amplamente discutida e elencados todos os pontos de vista”
“Não cabe na minha visão um novo adiamento- já foi amplamente discutida e elencados todos os pontos de vista”

Apesar de não comandar os trabalhos na comissão, Maia tem grande influência entre os deputados, inclusive sobre os integrantes do Centrão – justamente o grupo que tem criado problemas para o governo federal na tramitação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que muda as regras de aposentadoria.

Um interlocutor de Bolsonaro disse que Maia tem sido "uma figura fundamental" para os trabalhos. Apesar das desavenças políticas com o governo, o presidente da Câmara tem atuado com "tranquilidade e ponderação" nas discussões.

Mesmo sem concordar com a conta do Ministério da Economia de que a reforma da Previdência vai gerar uma economia de R$ 1 trilhão, Rodrigo Maia, na avaliação de governistas, "entrou" de fato no debate para ajudar a diminuir as resistências do Centrão com a proposta que altera as regras previdenciárias.

Outra figura muito elogiada no Planalto é o ministro da Economia, Paulo Guedes, reconhecido por colegas de primeiro escalão por seu "poder de convencimento".

Mesmo assim, governistas ainda não dão como certa a aprovação por não confiarem nos deputados de centro e em suas demandas. A preocupação é a de que, como eles cobram cessões na CCJ, que é a fase inicial, pouca “munição” sobrará para a segunda fase, que é a comissão especial. Na comissão especial, discute-se o mérito - ou seja- o conteúdo da proposta.

Na sexta-feira passada, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse ao blog que garantia a aprovação da previdência nesta semana na CCJ.

Contra adiamento

O presidente da CCJ, Felipe Franceschini, disse ao blog nesta terça-feira que os trabalhos foram adiados para que a base buscasse mais votos- e se disse contrário a um novo adiamento.

“Não cabe na minha visão um novo adiamento- já foi amplamente discutida e elencados todos os pontos de vista”.

O deputado vai se reunir nesta manhã com sua equipe para antecipar “todo tipo de obstrução da oposição”. “É um trabalho mais técnico, para antecipar todas as questões de ordem, tudo que pode surgir na CCJ”.

O presidente da Câmara afirmou à reportagem nesta segunda-feira que estava voltando de Lisboa, onde participava de um evento, e que iria conversar com parlamentares.

Ele avalia que não ter votado a previdência na semana passada foi um erro- e calcula que a comissão especial estará funcionado, de fato, apenas no dia 7 de maio.

Fonte: g1
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