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Política Atualização
15/05/2019 13h58 Atualizada há 2 anos
Por: Jornalista Milton Atanazio

Atualização das Notícias - 15 de maio - quarta-feira

Guedes vê país perto do abismo fiscal; Câmara convoca Weintraub. Jornais de quarta (15)

Veja quais são as notícias de destaque nos matutinos brasileiros

Atualização das notícias - HOJE
Atualização das notícias - HOJE

Durante sua participação em sessão da Comissão mista de Orçamento nesta terça-feira (14), o ministro Paulo Guedes (Economia) afirmou, entre outras declarações, que está com o Congresso a responsabilidade de tirar o Brasil "do fundo do poço".

O Globo enfatiza que, durante seu discurso, Guedes confirmou que o governo já projeta um crescimento de apenas 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB), índice menor do que os 2,2% anteriormente previstos. "Está nas mãos da Casa nos tirar do fundo do poço, com esse equacionamento fiscal", alertou o ministro.

Guedes também falou sobre o endividamento do país e disse que o Brasil está a beira de um abismo fiscal ao defender a aprovação do projeto que permite que o governo tome R$ 248 bilhões emprestados para pagar despesas. "Estamos à beira de um abismo fiscal, precisamos de um crédito suplementar para pagar despesas correntes", afirmou.

Paulo Guedes diz que PIB será revisado para baixo de 2%

Jornal da Globo ( Clicar no link) https://globoplay.globo.com/v/7616969/

O Globo afirma também que, durante evento em Nova York com investidores, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), destacou que o Brasil pode entrar em "colapso social" nos próximos anos por causa do teto de gastos e da falta de crescimento econômico. "Guedes cobra do Congresso ação para tirar país 'do fundo do poço'", informa a manchete do Globo.

O Estado de S.Paulo também dá destaque à participação de Guedes na Comissão Mista de Orçamento e explica que a revisão do crescimento do PIB deve aumentar o contingenciamento e provocar um corte adicional de aproximadamente R$ 5 bilhões. "Brasil está prisioneiro da armadilha de baixo crescimento, não é de hoje. Nunca achei que a coisa seria fácil", revelou Guedes durante a audiência.

O ministro voltou a reforçar a importância da reforma da Previdência e destacou que, com a reforma tributária, pretende simplificar e reduzir alíquotas para aumentar a base de pagantes e cortar subsídios.

Guedes concordou com a afirmação de Kátia Abreu de que há espaço para reduzir juros no Brasil, mas ressaltou que o Banco Central é independente e por isso não comentaria sobre os juros. "Na hora que dermos horizonte fiscal equacionado, o juros descem naturalmente", disse o ministro. "'A realidade é que estamos no fundo do poço', diz Guedes". É o que sublinha a manchete do Estadão.

Na primeira página, O Globo ainda mostra que os líderes do Centrão e da oposição impuseram nova derrota ao governo ao convocar o ministro Abraham Weintraub (Educação) para falar no plenário da Câmara dos Deputados.

O matutino carioca explica que Weintraub já havia confirmado participação em uma comissão, mas os deputados decidiram votar pela presença do ministro no plenário. Por 307 votos a 82, o ministro foi convocado. Na verificação dos votos, apenas os partidos PSL e Novo votaram contra a convocação de Weintraub.

Os parlamentares querem explicações sobre os cortes recentes na verba da educação. "Educação é a base de tudo. Ninguém transforma um país sem Educação. Então, por isso, se faz muito importante essa explicação aqui", disse o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

Os principais jornais brasileiros repercutem a decisão da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de conceder o habeas corpus por unanimidade ao ex-presidente Michel Temer. O Globo, O Estadão e a Folha de S.Paulo dão destaque ao assunto na primeira página e mostram que, além de soltar Temer e o coronel Lima, os ministros impuseram algumas medidas cautelares como a proibição de manter contato com outros investigados e de ocupar cargos de direção partidária.

Os jornais lembram que a decisão é liminar e não definitiva e que, durante seu voto, o relator Antônio Saldanha afirmou que a prisão preventiva não pode se basear em "meras conjecturas". A Folha ressaltou que, durante o julgamento, os ministros do STJ fizeram críticas aos abusos da Justiça ao usarem expressões como "indevida antecipação de pena" e "caça às bruxas".

Em sua manchete, o jornal paulista destaca que o governo pretende reduzir sua participação no subsídio de faixas do programa Minha Casa, Minha Vida para tentar destravar o programa e permitir novas contratações. A proposta seria reduzir de 10% para 3% a participação do governo e usar recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para repor a diferença.

A Folha lembra que, em abril, o ministro Gustavo Canuto (Desenvolvimento Regional) anunciou que o governo só teria recursos para o programa até junho. Se a redução se concretizar, o FGTS será responsável por 97% dos subsídios das faixas em que atua. A redução acontecerá nas faixas 1,5 e 2, que atendem pessoas com renda de até R$ 2.600, no caso da faixa 1,5, e de até R$ 4 mil na faixa 2. "Governo quer mais FGTS no Minha Casa Minha Vida", revela a manchete da Folha.

Fonte: Várias
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