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Lagoinha do Piauí

Lagoinha do Piauí

Mysael Santana Correspondente do município.
Cidades - Saúde

Postada em 21/08/2019 ás 09h19 - atualizada em 21/08/2019 ás 10h17

Publicada por: Mysael Santana

Armadilhas são colocadas para capturar mosquito transmissor do calazar
Os equipamentos estão sendo colocados no Bairro Sol Nascente por uma equipe do Centro de Controle
Armadilhas são colocadas  para capturar mosquito transmissor do calazar

Mysael Santana

A prefeitura Municipal de Lagoinha do Piauí através da secretaria de Saúde do Município em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde, estar realizado a colocação de armadilhas para a captura do mosquito flebótomo que é o transmissor da Leishmaniose tanto a tegumentar como a Visceral o popular (Calazar), ele transmite de Cão para cão e também para o ser humano na verdade o cão e o hospedeiro, no bairro sol Nascente.

 

Entenda um pouco sobre o  flebótomo transmite a Leishmaniose Visceral Canina ( calazar)

A Leishmaniose é transmitida de cão para cão através da picada de um inseto, o flebótomo, conhecido como mosquito palha, birigui ou tatuquiras. São pequenos insetos de 1 a 3 mm de comprimento, com hábito crepuscular e noturno, de coloração clara e facilmente reconhecidos pelo seu comportamento de voar em pequenos saltos e pousar com as asas entreabertas. Esses insetos podem ser encontrados ao redor das residências em locais sombreados e com matéria orgânica (galinheiro, chiqueiro, canil, lixeiras, etc.) e também em seu interior.

As fêmeas desses insetos precisam ingerir sangue para o desenvolvimento dos ovos e, dessa forma, picam tanto o cão quanto o homem, principalmente durante a estação chuvosa quando invadem as residências. Ao picar o cão ou o homem, o flebótomo pode transmitir o protozoário chamado Leishmania chagas, responsável, no Brasil, pela Leishmaniose visceral. Uma vez infectado o cão torna-se reservatório da doença, e pode ser fonte de infecção para outros animais ou mesmo para seres humanos que vivem ao seu redor.

Quem mora em locais com solo úmido, onde há forte presença de mato e árvores, por exemplo, pode prevenir a contaminação por leishmaniose através da aplicação de inseticida e uso de telas de proteção. As telas, contudo, precisam ser muito finas, uma vez que o mosquito-palha mede de dois a três milímetros, sendo muito menor do que o Aedes aegypti, que tem aproximadamente sete milímetros. "O mosquiteiro tradicional não resolve o problema. É preciso ser uma malha muito fininha para evitar o mosquito", informa a  secretaria de Saúde do Município Dra. Valda Vilarinho.

Além disso, quem tiver cachorro deve procurar mantê-lo em locais fechados durante a noite. "O mosquito-palha é noturno. A ação deles começa ao escurecer e eles permanecem ativos até um pedaço da noite". Os animais devem, ainda, usar coleiras repelentes.

Da mesma forma, é preciso evitar deixar lixo em áreas externas, o que pode atrair animais como gambás e ratos, que são reservatórios do protozoário leishmania. A docente nega que os mosquitos-palha se proliferem em focos de lixo. "Se o lixo for orgânico até pode contribuir, mas eles costumam ficar dentro da mata. As fêmeas depositam seus ovos em solo úmido, sombrio e rico em matéria orgânica", pontua. Na superfície, os resíduos não representam risco além do de atrair animais hospedeiros do protozoário.

A leishmaniose visceral não é contagiosa, é causada por um parasita e ocorre principalmente em áreas rurais. Caracteriza-se por febre de longa duração, perda de peso e de força e anemia. Além do ser humano, animais silvestres, raposas e, em grandes cidades, especialmente cachorros também são hospedeiros da doença. Nos humanos, se tratada de forma precoce, tem grande potencial de cura. Com o passar do tempo, no entanto, os sintomas vão se agravando e a doença atinge órgãos como baço e fígado.

Fonte: ASCOM.

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