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Cidades Em Picos
03/10/2019 10h43
Por: Geysa Silva

PICOS | Uespianos param atividades na universidade pela busca de melhorias

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Os alunos da Universidade Estadual do Piauí, Campus de Picos, paralisaram as atividades durante esta quarta-feira (02) como forma de chamar a atenção e reivindicar ao Governo do Estado melhorias estruturais e educacionais para os discentes e, consequentemente, docentes e funcionários em geral.

Entre as reivindicações estão a falta de professores para a maioria dos cursos, número de salas de aula insuficientes, corte dos funcionários da segurança (ou seja, todos de aviso prévio, ficando o Campus sem nenhum guarda), atraso salarial dos terceirizados (três meses sem receberem o pagamento), falta de políticas de assistência para estudantes de fora (o que tem causado grande evasão) e retorno do edital de monitoria remunerada para 2019.2 (que foi cancelada).

“Hoje fizemos o fechamento simbólico dos portões da Uespi, não impedindo ninguém de entrar ou sair, mas apenas como forma de diálogo com as pessoas que chegavam, apresentando as pautas elencadas por nós, estudantes, realizando mobilizações durante todo o dia, sobre o que foi acordado em assembleia geral nesta terça-feira (01) aqui na própria Uespi com os estudantes”, relatou João Pedro, estudante do 4º período de Jornalismo e secretário do Diretório Central Estudantil da universidade.

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Ele declarou ainda que sua turma só tem tido aula três vezes por semana e que há cursos em situações piores que o seu.

“Minha turma do curso de Jornalismo está devendo cinco disciplinas desde o primeiro semestre por conta da falta de professores. Este período estamos vindo apenas três vezes na semana e há cursos que estão em situações similares ou piores do que a nossa. Não há salas de aula suficientes. Turmas estão assistindo em laboratórios, em auditório. Estamos com três turmas pagando uma mesma disciplina juntas, por conta da falta de espaço”, declarou ele.

Kirllyan Crys, estudante do 5º período de Direito e diretora de planejamento do DCE, pontuou que uma das maiores dificuldades na paralisação foi a aceitação dos cursos do turno da noite que acreditam que ter todos os professores é o suficiente para uma educação de qualidade.

Fonte: Cidades na Net
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