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Postada em 05/11/2019 ás 11h45 - atualizada em 05/11/2019 ás 11h56

Publicada por: Marina Sousa

Novembro azul: 10 mitos e verdades sobre o câncer de próstata
A neoplasia é a mais comum entre os homens, especialmente após os 50 anos de idade.
Novembro azul: 10 mitos e verdades sobre o câncer de próstata

Foto: Reprodução

O câncer de próstata é o tipo de câncer mais comum entre os homens, especialmente após os 50 anos de idade. Alguns dos sintomas que podem estar associados a esta neoplasia incluem dificuldade para urinar, sensação constante de bexiga cheia ou incapacidade para manter a ereção.

No entanto, muitos casos da doença podem não apresentar sintomas específicos e, por isso, é recomendado que todos os homens com mais de 50 anos façam o exame do toque retal no urologista e o exame de sangue PSA.

Embora seja um câncer relativamente comum e facilmente tratado, principalmente quando identificado precocemente, o câncer de próstata está cercado por vários mitos que acabam dificultando o diagnóstico. Isto diminui as chances de ser identificado precocemente e, consequentemente, reduz a taxa de cura.

Conheça os 10 principais mitos e verdades sobre este câncer:

1- Só acontece em idosos

MITO. O câncer de próstata é mais comum em idosos, sendo a maior incidência a partir dos 50 anos, no entanto, a doença não escolhe idade e, por isso, pode aparecer em homens jovens. Assim, é importante ficar atento ao surgimento de sinais ou sintomas que possam indicar problemas na próstata. É muito importante fazer o rastreio anual recomendado a partir dos 50 anos para homens aparentemente saudáveis e sem histórico de câncer de próstata na família, ou a partir dos 45 para homens que têm familiares próximos, como pai ou irmão, com histórico da doença.

2- Ter PSA alto significa ter câncer

MITO. O valor aumentado de PSA, acima de 4 ng/ml, nem sempre significa que existe câncer se desenvolvendo. Isso porque qualquer inflamação na próstata pode causar um aumento da produção dessa enzima, incluindo problemas bem mais simples que o câncer, como a prostatite ou a hipertrofia benigna, por exemplo.

3- O exame de toque retal é mesmo necessário

VERDADE. O exame de toque retal pode ser bastante desconfortável e, por isso, muitos homens preferem optar por realizar apenas o exame de PSA como forma de rastreio do câncer. Porém, existem vários casos de câncer registrados em que não existiu alteração dos níveis de PSA no sangue. Assim, o toque retal pode ajudar o médico a identificar qualquer alteração na próstata, mesmo que os valores de PSA estejam corretos.

O ideal é que sempre se façam pelo menos dois exames em conjunto para tentar identificar o câncer: os mais simples e econômicos são o toque retal e o exame de PSA.

4- Ter próstata aumentada é o mesmo que câncer

MITO. O aumento da próstata pode, de fato, ser um sinal de câncer se desenvolvendo na glândula, mas também pode surgir em outros problemas mais comuns, especialmente nos casos de hiperplasia prostática benigna. A doença também é muito frequente em homens com mais de 50 anos, mas é uma condição benigna. Ainda assim, vários homens que têm hipertrofia prostática também podem apresentar sintomas parecidos com o de câncer, como dificuldade para urinar ou a sensação constante de bexiga cheia.

Nestas situações, o melhor sempre é consultar o urologista para identificar corretamente a causa da próstata aumentada, iniciando o tratamento adequado.

5- Histórico de câncer na família aumenta o riscoVERDADE. Ter histórico de câncer na família aumenta o risco de ter qualquer tipo de neoplasia. No entanto, segundo vários estudos, ter um familiar de primeira linha, como pai ou irmão com histórico de câncer de próstata, aumenta até duas vezes as chances de o homem desenvolver a doença. Por esse motivo, homens que têm histórico direto de câncer de próstata na família devem iniciar o rastreio até 5 anos antes dos homens sem histórico, ou seja, a partir dos 45 anos.

6- Ejacular frequentemente diminui o risco de câncer

NÃO ESTÁ CONFIRMADO. Embora existam alguns estudos que indicam que ter mais do que 21 ejaculações por mês pode reduzir o risco de desenvolver câncer e outros problemas na próstata, essa informação não é unanime na comunidade científica, uma vez que também existem estudos que não chegaram a qualquer relação entre o número de ejaculações e o desenvolvimento de câncer.

7- Sementes de abóbora reduzem o risco de câncer

VERDADE. As sementes de abóbora são muito ricas em carotenoides, que são substâncias com potente ação antioxidante capazes de prevenir vários tipos de câncer. O tomate também tem sido estudado como um importante alimento para prevenção do câncer de próstata, devido à rica composição em licopeno, um tipo de carotenoide.

Além destes dois alimentos, optar por uma alimentação saudável também ajuda a reduzir bastante o risco de câncer. Para isso, é aconselhado restringir a quantidade de carne vermelha na dieta, aumentar a ingestão de vegetais e limitar a quantidade de sal e bebidas alcoólicas ingeridas.

8- Fazer vasectomia aumenta o risco de câncer

MITO. Após várias pesquisas e estudos epidemiológicos, a relação entre a realização da cirurgia de vasectomia e o desenvolvimento de câncer não foi estabelecida. A vasectomia é considerada segura.

9- Câncer de próstata tem cura

VERDADE. Embora nem todos os casos de câncer de próstata possam ser curados, este é um tipo de câncer com uma elevada taxa de cura, principalmente quando é identificado na sua fase mais inicial e está afetando apenas a próstata.

Normalmente, o tratamento é feito com cirurgia para retirar a próstata e eliminar completamente o câncer. No entanto, dependendo da idade do homem e do estado de desenvolvimento da doença, o urologista pode indicar outros tipos de tratamento, como o uso de remédios e até quimioterapia e radioterapia.

10- O tratamento do câncer sempre causa impotência

MITO. O tratamento de qualquer tipo de câncer é acompanhado de vários efeitos colaterais, especialmente quando são usadas técnicas mais agressivas, como quimioterapia ou radioterapia. No caso do câncer de próstata, o principal tipo de tratamento utilizado é a cirurgia que, embora seja considerada relativamente segura, também pode ser acompanhada de complicações, onde se inclui problemas de ereção.

No entanto, isso é mais frequente nos casos mais avançados de câncer, quando a cirurgia é maior e é preciso remover uma próstata muito aumentada, o que eleva o risco de serem atingidos nervos importantes relacionados com a manutenção da ereção.

Fonte: Tua saúde

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