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26/11/2019 09h07
Por: Bruna Sampaio

Cruzeiro impõe lei do silêncio e proíbe jogadores de concederem entrevistas

Valdir Barbosa - Foto: Washington Alves / Light Press /
Valdir Barbosa - Foto: Washington Alves / Light Press /

O Cruzeiro continua sua saga para evitar a pressão que paira sobre o time e anunciou, na tarde desta segunda-feira, que os jogadores do time estão vetados de dar entrevistas até o jogo contra o Grêmio, no dia 5 de dezembro, em Porto Alegre. A medida visa diminuir a exposição pública dos atletas neste momento de luta contra o rebaixamento.

O diretor de comunicação da Raposa,Valdir Barbosa, fez o comunicado e afirmou que medida tem como meta preservar o elenco.

-Devido a essa sequência péssima de resultados, é uma pressão muito forte que recai sobre todos do Cruzeiro, principalmente os jogadores, que são os principais responsáveis pelos jogos. Após a partida contra o Santos, a diretoria e a comissão técnica se reuniram e decidiram que, neste período agora, talvez até o jogo contra o Grêmio ou contra o Palmeiras, nós vamos preservar os jogadores de qualquer tipo de entrevista. Então, a partir de hoje, eles não falarão com vocês. A gente sabe que há uma dificuldade por parte de vocês, mas também há da nossa parte. Nós temos que equilibrar essa situação. Eles ficarão preservados-disse.

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Barbosa avisou que o técnico Abel Braga segue falando normalmente, enquanto os dirigentes do clube serão os responsáveis pelos relatos quando o assunto se relacionar à diretoria.

-As notícias que tiverem de diretoria, o presidente, o Zezé, o Marcelo Djian ou eu, estaremos aqui para falar. O Abel vai manter as entrevistas normalmente.

O Cruzeiro parece querer evitar “ruídos” na comunicação, como ocorreu no último sábado, 23, depois que o time foi goleado pelo Santos por 4 a 1, quando Thiago Neves revelou estar jogando com dores no joelho e Abel Braga se surpreendeu com o fato, dizendo que nunca fora avisado da situação.

Valdir Barbosa comentou que esse ocorrido não pesou na decisão de parar as entrevistas dos jogadores e, aqueles que se sentirem bem para falar com a imprensa, poderão conceder entrevistas.

-Não pesou em nada. Após os jogos, na saída do campo, eles têm, inclusive, o compromisso de darem entrevistas no gramado. É contratual, eles terão que falar. E aqueles que quiserem, de repente, falarem na saída, poderão falar. Agora, a partir da zona mista ou coletiva aqui na Toca da Raposa ou mesmo no Mineirão, não teremos como obrigá-los- disse.

A decisão de parar com as entrevistas à imprensa não veio dos jogadores, sendo uma ordem diretiva, segundo Valdir Barbosa.

-A decisão é da diretoria e da comissão técnica, não tem nada dos jogadores. Eles não têm nada a ver com isso. Nem comunicamos, ainda, ao capitão da equipe, a nossa decisão- concluiu.

Fonte: Lance
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