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Geral - Sexo e prazer

Postada em 07/12/2019 ás 11h49

Publicada por: Bruna Sampaio

Veja dicas para aproveitar o verão e transar embaixo d’água
Especialista indica como minimizar os riscos da prática.
Veja dicas para aproveitar o verão e transar embaixo d’água

Foto: Reprodução

"O verão está chegando, pra praia descer geral”. Seja no mar, piscina, banheira ou rio, é certo que, durante o verão, as pessoas tendem a ir para locais onde possam aliviar o calor da estação mais quente do ano. Além de se refrescar, muita gente aproveita o momento para “fazer a Cicarelli” e transar dentro d’água.

Porém, por mais divertido e excitante que possa parecer, não é o recomendável. O sexólogo André Almeida alerta que fazer sexo submerso pode ser um risco à saúde. “A água pode estar contaminada com bactérias e germes. Com a penetração, você força a entrada deste líquido e destes agentes infecciosos para o organismo”, explica.

Como a Pouca Vergonha sabe que, independente de orientações, o “vrau” tem tudo para rolar solto nas águas do país afora, confira dicas importantes para minimizar os riscos:

Camisinha

Não deveria ser novidade, mas o uso da camisinha é indispensável mesmo embaixo d’água. “Embaixo da água as pessoas costumam dispensar o uso de preservativos, mas isso pode aumentar o risco de contração de DSTs”, garante André.

Além das doenças e infecções, é importante dizer que, mesmo embaixo d’água, as chances de engravidar são as mesmas. Nada de pensar que a água vai entrar e matar os espermas, senão, depois de nove meses você vê o resultado.

Lubrificante

Por mais excitada e molhada que a mulher esteja, o contato com a água tira toda a lubrificação natural da vagina. Do ânus, nem se fala – já que a área não conta com lubrificação natural. “A falta da condição dificulta a penetração e pode até causar machucados”, aponta o especialista.

Se você é brasileiro e não desiste nunca, a dica é não economizar no lubrificante. “Produtos à base de água vão sair, então é necessário que seja feito de silicone. Mas é importante verificar antes, porque algumas pessoas têm alergia a esse tipo de material”, explica.

 

Fonte: Metrópoles

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