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Política Piauí
11/12/2019 15h25
Por: Bruna Sampaio

Ricardo Pontes diz que déficit da previdência chega a quase R$ 1 bilhão

O gestor defendeu a aprovação da proposição, marcada por tumultos.

Foto: Divulgação|alepi
Foto: Divulgação|alepi

O presidente da Fundação Piauí Previdência, Ricardo Pontes, esclareceu hoje (11), durante audiência pública realizada na Comissão de Constituição e Justiça, no Cine Teatro da Assembleia Legislativa, as mudanças no sistema de previdência social contidas na Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 03/2019.

O gestor defendeu a aprovação da proposição, afirmando que o déficit mensal da previdência estadual chega a R$ 78 milhões. No ano, a diferença entre o que a Previdência estadual arrecada e o que é pago de benefício a aposentados e pensionistas totaliza perto de R$ 1 bilhão.

Ricardo Pontes explicou que a reforma estadual é uma adequação à PEC 103/2019 aprovada pelo Congresso Nacional que trata das mudanças no sistema de previdência federal. Ele assinalou que o Piauí conta atualmente com 44 mil servidores inativos, superando o número de funcionários ativos que chega a 41 mil.

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O presidente da PiauiPrev lembrou que a PEC nº 3, assim como a PEC aprovada pelo Congresso Nacional, prevê a idade mínima de 65 anos para aposentadoria de homens e 62 anos para mulheres, enquanto os professores poderão se aposentar 60 anos (homens) e aos 57 anos (mulheres).

Ricardo Pontes confirmou que uma das principais mudanças na PEC diz respeito ao teto de 14% como contribuição previdenciária. Ele declarou que a PEC estabelece que os servidores que ganham acima do salário mínimo, que este ano é de R$ 998,00, passarão a contribuir com o percentual de 14%, ao contrário do que ocorre agora, pois só contribuem para a Previdência os que ganham acima do teto do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social), que é de pouco mais de R$ 5,8 mil.

Protesto

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Durante toda a manhã de hoje, manifestantes fizeram tumulto em frente à Alepi para impedir a votação da proposta da previdência do estado. 

Os manifestantes afirmam que o regime de urgência prejudica uma necessária melhor análise do texto dada à complexidade da matéria.

Fonte: Alepi
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