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Geral - Sexo e prazer

Postada em 04/02/2020 ás 12h12

Publicada por: Bruna Sampaio

Você se masturba muito? Conheça os riscos da prática em excesso
Apesar de ser uma ótima forma de autoconhecimento, o excesso pode fazer mal.
Você se masturba muito? Conheça os riscos da prática em excesso

REPRODUÇÃO/FREEPIK

Muito simples de ser executada, mas ainda marcada por muitos tabus, a masturbação é simplesmente o ato de chegar ao orgasmo tocando a próprias partes íntimas. Ela pode ser realizada com as mãos ou com o uso de algum objeto. Assim, cada um ativa a criatividade visando à obtenção do prazer maravilhoso que é proporcionado pelo ato.

Apesar de ser uma ótima forma de autoconhecimento, o excesso pode fazer mal. “O vício, como qualquer outro, pode trazer danos traumáticos ao indivíduo”, explica a sexóloga Tatiana Bovolini. Para ela, o ato não é ruim, desde que não extrapole os limites do bom senso.

“Se o estímulo for sempre o mesmo pode ser ainda mais prejudicial, pois o cérebro pode acabar ‘viciando’, fazendo com que essa pessoa tenha dificuldade de atingir o orgasmo de outras formas, principalmente nas relações sexuais”.

A especialista explica que não existe uma quantidade ideal de vezes para se masturbar em um dia. “Os riscos não atingem quem pratica masturbação algumas vezes na semana, e, sim, quem se masturba com tanta frequência que acaba interferindo nas atividades diárias, como trabalho, lazer ou estudo, deixando de lado a interação social em prol do prazer solitário”.

Diminui a sensação de prazer

Segundo um estudo realizado pela Universidade de Paisley, na Escócia, e assinado pelos cientistas Dr. Stuart Brody e Tillman Kruger, há uma concentração 400% maior de hormônios como a ocitocina e a prolactina durante a relação sexual do que em orgasmos alcançados por meio da masturbação.

Diminui a sensação de prazer

Segundo um estudo realizado pela Universidade de Paisley, na Escócia, e assinado pelos cientistas Dr. Stuart Brody e Tillman Kruger, há uma concentração 400% maior de hormônios como a ocitocina e a prolactina durante a relação sexual do que em orgasmos alcançados por meio da masturbação.

Diminui a sensação de prazer

Segundo um estudo realizado pela Universidade de Paisley, na Escócia, e assinado pelos cientistas Dr. Stuart Brody e Tillman Kruger, há uma concentração 400% maior de hormônios como a ocitocina e a prolactina durante a relação sexual do que em orgasmos alcançados por meio da masturbação.

Exaustão sexual

Como a masturbação em excesso afeta as funções do sistema nervoso e do fígado, também pode iniciar um processo de exaustão sexual até em homens e mulheres mais jovens.

Vazamento de esperma

No caso dos homens, a masturbação em excesso pode provocar um “vazamento de esperma”, mesmo sem ereção, e torná-lo comum no seu dia a dia. Isso é um sinal de que o nervo que costuma “fechar a válvula da ejaculação” está enfraquecido por causa do excesso de estimulação na área.

Fonte: Pouca Vergonha/Metrópoles

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