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Geral - Você sabia?

Postada em 11/02/2020 ás 16h52

Publicada por: Geysa Silva

Ansiossexuais: entenda do que se trata a ansiedade sexual
Você relaciona comportamentos sexuais com sentimentos ruins? Saiba como diagnosticar e tratar
Ansiossexuais: entenda do que se trata a ansiedade sexual

Foto: Reprodução

O sexo, além de gostoso e divertido, é um dos hábitos mais saudáveis que podem ser mantidos pelas pessoas. São vários os benefícios trazidos pelo ato sexual, desde os psicológicos até os físicos. Contudo não é todo mundo que relaciona essa prática a sentimentos bons.

São os ansiossexuais, também conhecidos como ansiosos sexuais. De acordo com o terapeuta sexual André Almeida, a condição é desencadeada por conta de um histórico aversivo frente à atividade sexual.

“Essas pessoas desenvolvem sentimentos de ansiedade, luta e fuga antes da atividade sexual. Isso, geralmente, vem do medo da falha ou da repetição de alguma situação traumática”, explica André.

Este resultado de experiências sexuais anteriores frustradas traz consigo um comportamento de esquiva, em que o indivíduo evita se expor ao comportamento sexual. Isso pode ser prejudicial ao convívio social, já que, em alguns casos, as pessoas “fogem” de qualquer outra experiência que esteja relacionada a sexo, como relacionamentos.

Além disso, em médio e longo prazo o quadro de ansiedade pode se agravar e desencadear outras questões. “Podem aparecer casos de ejaculação precoce, disfunção erétil, vaginismo, anorgasmia, entre outras coisas”, alerta André.

Tratamento

A boa notícia é que, além de tratamento, a ansiedade sexual – ou ansiedade de desempenho, como também é chamada – tem cura. O primeiro passo é identificar o que levou a pessoa a desenvolver o problema e associá-lo ao sexo.

André Almeida explica que os desencadeadores podem ser de raiz orgânica ou psicológica. “Nos casos de raiz orgânica, indica-se a procura de um médico. Mas, geralmente, a raiz é psicológica, e nestes casos o indicado é procurar uma psicoterapia com foco em sexualidade”, diz.

Fonte: Metropoles

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