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Educação - Aplicativo

Postada em 12/02/2020 ás 12h12 - atualizada em 12/02/2020 ás 12h34

Publicada por: Francine Dutra

Conheça o 'Tinder dos famosos' e mais 4 aplicativos 'de luxo'
Aplicativos como Raya e Luxy funcionam conectando ricos em busca de amizades ou um grande amor
Conheça o 'Tinder dos famosos' e mais 4 aplicativos 'de luxo'

Foto: Divulgação/Luxy

O Raya (conhecido como o "Tinder dos famosos") e o Luxy são redes sociais destinadas exclusivamente a milionários em busca de mais interação na Internet. Com regras específicas como uma "comprovação de beleza" e até cobrança de mensalidade em alguns casos, a maior parte destes aplicativos "sofisticados" vem fazendo muito sucesso entre celebridades, executivos conhecidos e pessoas com profissões criativas.

Se você se encaixa neste perfil e quer começar a curtir somente entre os ricos — ou apenas é curioso —, confira, nas linhas a seguir, uma lista com cinco aplicativos de luxo para Android e iPhone (iOS) que estão ganhando as redes.

1. Raya - o "Tinder dos Famosos"

Voltado para famosos e pessoas com maior poder aquisitivo, o Raya é conhecido como o "Tinder dos famosos" e já atraiu diversas celebridades nacionais e internacionais, como a cantora Anitta, a apresentadora Luciana Gimenez, a modelo Cara Delenvigne e o DJ Diplo.

Assim como outros apps de paquera, o Raya só permite iniciar uma conversa quando o like é mútuo. Entrar no app, porém, não é tão simples: é preciso ser bastante influente no Instagram e passar por uma avaliação pessoal que mede o "grau de beleza". Além disso, é necessário pagar uma assinatura de acesso que custa entre US$ 7,99 e US$ 29,99.

2. Luxy

Com a promessa de conectar usuários considerados atraentes e bem sucedidos, a rede social Luxy permite que qualquer pessoa acesse a plataforma, mas exibe nos perfis atributos que envolvem dinheiro e poder para gerar interesse.

Além das informações tradicionais, como hobbies, gostos pessoais e interesses, o Luxy permite que você escolha o par ideal pelas marcas de luxo favoritas e pelo valor do salário, que ficam visíveis nos perfis. Assim como no Tinder, é possível recusar ou aceitar usuários facilmente, tocando em "Pass" ou "Like", respectivamente.

3. Flapper

Destinado a pessoas com alto poder aquisitivo, o Flapper é uma plataforma exclusiva de aviação privada sob demanda no Brasil. Similar a um "Uber da aviação", o app reúne mais de 210 jatos particulares e helicópteros no país para viajar em voos compartilhados com outros ricos ou exclusivos.

Com mais de 80 tipos de jatos, tubo-hélices e helicópteros à disposição, o Flapper oferece voos semanais nas rotas São Paulo (Congonhas) — Rio de Janeiro (Jacarepaguá) e São Paulo (Campo de Marte) — Angra dos Reis, tudo para quem pode pagar pelo serviço.

4. Meu Patrocínio

O Meu Patrocínio se define como um "aplicativo de Namoro Luxuoso e Milionário" e tem como objetivo principal unir pessoas ricas e solitárias a jovens dispostos a dar amor em troca de "mimos". Com mais de dois milhões de usuários, o app é destinado a pessoas consideradas atraentes que já têm ou que sonham em ter um estilo de vida luxuoso.

No app, há espaço para homens e mulheres que queiram curtir com milionários ou que estão apenas buscando pessoas para "bancar" uma relação de conforto e requinte — os chamados de "Sugar Daddy" ou "Suggar Mommy".

5. I Am Rich

Desenvolvido por Armin Heinrich, o app "I Am Rich", que esteve disponível unicamente para iPhone na época de seu lançamento em agosto de 2008, foi um dos mais controversos aplicativos para ricos na App Store. Custando a bagatela de US$ 1 mil (cerca de R$ 4.318, na cotação atual), o app não tinha nenhuma função extraordinária e era destinado aos ricos mais excêntricos.

Além de ter um ícone onipresente com legenda "I Am Rich" ("Eu Sou Rico", em tradução livre) na tela do smartphone, quem pagava pelo serviço tinha a oportunidade de ouvir o mantra "Eu mereço isso. Eu sou bom, saudável e bem-sucedido" ao clicar no app. Oito usuários pagaram pelo aplicativo — que custava o valor máximo permitido pela loja online na época — nas primeiras 24 horas de lançamento. Tempos depois, a Apple baniu o programa de sua plataforma.

Fonte: Techtudo

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