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Piauí Julgamento
05/03/2020 07h59 Atualizada há 2 anos
Por: Bruna Dias

Caso Salve Rainha: Moaci Júnior é condenado a 14 anos de prisão

Moaci Moura da Silva Junior foi condenado a 14 anos de prisão, por matar os irmãos Francisco das Chagas Araújo e Bruno Queiroz, integrantes do Coletivo Salve Rainha, no dia 26 de junho de 2016. O julgamento do réu começou às 8h dessa quarta-feira (04) e terminou por volta de 23h. 

Pelas mortes de Francisco das Chagas Júnior e Bruno Queiroz, o magistrado condenou o réu a 11 anos e três meses de prisão. Já pelas lesões infligidas a Jader Damasceno, Sandro Francisco Rodrigues condenou Moaci a 2 anos e quatro meses de prisão.

Moaci Júnior (Foto: Divulgação)
Moaci Júnior (Foto: Divulgação)

Conforme determina o Código de Processo Penal, “tendo em vista a existência de uma única ação resultando na prática de 03 (três) delitos, devendo a pena do crime mais grave ser aumentada de 1/4, em virtude do número de crimes praticados”. Portanto, o juiz aumentou a pena de 11 anos e três meses pelas mortes de Francisco e Bruno em 1/4 adicional, que, adicionado aos 2 anos e quatro meses das lesões de Jader, totalizando 14 anos de reclusão em regime fechado.

Moaci Moura Júnior poderá recorrer em liberdade.

O acidente

Os irmãos Francisco das Chagas e Bruno Queiroz estavam em um fusca juntamente com Jader Damasceno (único sobrevivente), quando foram colhidos violentamente pelo carro modelo Corolla conduzido por Moaci, no dia 26 de junho de 2016. A colisão ocorreu na avenida Miguel Rosa, centro de Teresina. 

Bruno morreu no local e Francisco faleceu dias depois no HUT. Jader sobreviveu mas ficou com sequelas. Moaci não sofreu ferimentos porque foi protegido pelo airbag do seu carro. Teste do bafômetro apontou que Moaci estava embriagado. A perícia constatou que ele dirigia em alta velocidade. 

Réu pediu perdão

Durante a sessão de julgamento, o réu pediu perdão às famílias das vítimas. "Peço perdão ao seu Francisco das Chagas, a toda a família, ao Jader. Eu não queria sair de casa com a intenção de matar ninguém. Foi uma fatalidade que pode acontecer com qualquer pessoa", disse Moaci.

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