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13/03/2020 11h35
Por: Marina Sousa

Coronavírus: quais os riscos para gestantes, bebês e crianças?

O coronavírus ou COVID-19, apareceu na China em dezembro passado. Os pesquisadores ainda estão lutando para identificar sua origem animal, após seguir a trilha de morcegos e até certas cobras presentes no mercado na cidade de Wuhan, onde a epidemia começou.

Uma coisa é certa: ela se desenvolve rapidamente e é transmitida por gotículas respiratórias.

Foto: Freepik
Foto: Freepik

Após um período de incubação de 6 a 14 dias, pode ser responsável por manifestações variáveis e sintomas semelhantes aos da gripe ou uma doença respiratória infecciosa mais grave, como a pneumonia.

Nos casos mais graves, a pessoa pode desenvolver síndrome do desconforto respiratório e insuficiência renal. Mas essas formas agudas são raras.

O vírus não afeta seus hospedeiros da mesma maneira. Assim, causa complicações principalmente em pessoas acima de 50 anos, principalmente homens, e que já sofrem de doenças crônicas.

Coronavírus e gravidez

1 – Houve mortes de grávidas?

Vamos começar com um fato: dos cerca de 100 mil casos positivos relatados em todo o mundo pelas autoridades de saúde, apenas 9 gestantes com sintomas respiratórios solicitaram hospitalização. Todas sobreviveram e em nenhum caso ocorreu a transmissão da infecção da futura mãe para o feto.

Não só isso: o leite da mãe revela-se uma fonte valiosa de anticorpos protetores. Portanto, a partir dos números fornecidos pela Organização Mundial da Saúde e pelas autoridades de saúde chinesas, a incidência de coronavírus na gravidez é menor que a da gripe comum.

2 – Se a futura mãe estiver infectada, existem níveis de risco mais ou menos altos com base no momento da gravidez?

Como mencionado acima, o vírus não parece passar pela placenta, portanto, não pode afetar diretamente o feto. De qualquer forma, poderia interferir no seu bem-estar se causasse um aumento significativo da temperatura materna, como pode acontecer em qualquer síndrome infecciosa. Mas, no caso do coronavírus, isso só pode ocorrer quando desencadeia uma importante síndrome pulmonar.

Em tal eventualidade, no entanto, a futura mãe já estaria internada e, se necessário, assistida em terapia intensiva. No entanto, deve ser reiterado, os dados disponíveis para nós mostram que este não é um cenário provável. Se a futura mãe for positiva e sintomática, basta seguir procedimentos normais de cuidado, com controle cuidadoso da temperatura materna que protege o bem-estar do feto.

Portanto, não é necessário um monitoramento especial da saúde fetal. E não há indicações para antecipar o nascimento ou recorrer à cesariana. Exceto em situações imprevisíveis e severas.

3 – Coronavírus e gravidez na vida cotidiana: quais são as medidas corretas de higiene para prevenção de infecção?

As mulheres grávidas devem obedecer aos critérios normais de higiene, embora recomendados para todos, desde a lavagem correta das mãos até a máscara a ser usada se você entrar em contato com pessoas infectadas.

Em resumo, as medidas de prevenção adotadas para a gripe normal são válidas: nenhum contato com quem é sintomático, uso da máscara em locais lotados e também em casa, se houver familiar com sintomas, lavagem frequente e cuidadosa das mãos, idealmente com álcool gel ou com sabão, mas nesse caso passando mais tempo esfregando os dedos: pelo menos 50 segundos.

Finalmente, deve-se tomar cuidado para evitar os gestos habituais, que são potencialmente um veículo para a transmissão de um vírus possivelmente presente em qualquer superfície, como pegar em corrimão, balcão ou maçaneta da porta, além de tocar no rosto, os olhos, o nariz e a boca com as mãos não lavadas.

Fonte: Mil dicas de mãe
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