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Geral - Amor e sexo

Postada em 17/03/2020 ás 16h29

Publicada por: Bruna Sampaio

Acerte sempre: veja os principais erros no sexo e como evitá-los
Certas atitudes na hora H podem não cair bem
Acerte sempre: veja os principais erros no sexo e como evitá-los

Foto: Reprodução

Ok, todo mundo já entendeu que sexo é para ser livre, divertido e espontâneo. E mais, que o momento (e o que é feito nele) é algo pessoal, onde cada indivíduo reage de uma forma diferente. Contudo, certas atitudes na hora H podem não cair nada bem, beirando o ridículo e fazendo com que seu/sua parceiro/a fique bastante desconfortável.

“Eu acho que cada um transa como quer. Mas, nem tudo agrada todo mundo. Há atitudes que as pessoas fazem, na verdade, que não agradam quase ninguém”, conta a sexóloga Luciana Ferro. Segundo ela, normalmente são ações repetidas ou tentativas de imitar filmes.

“Homens, principalmente, acham que sexo será igual pornô. É aí que mora o problema”, frisa. Vale lembrar que, assim como o sexo masculino pode pagar verdadeiros micos durante a transa, as mulheres também não estão livres disso.

“A ordem é se liberar para deixar o sexo o mais bacana possível. Mas lembre-se que tudo tem limite. Tome cuidado com certos exageros ou atitudes que podem estragar o clima e fazer com que você pague um belo ‘mico’ na cama”, afirma a especialista.

Na missão de descobrir quais os principais erros e como mudá-los, o Metrópoles fez uma pesquisa com 42 brasilienses de 18 a 55 anos, para saber quais as preferências e os principais erros na cama. Confira:

Insistir no erro

Dentre os entrevistados, 86% citaram que o parceiro insiste no mesmo erro durante a transa. Desse número, 92% são mulheres. “É algo muito comum, principalmente no oral. É justamente aquela história de falar para continuar como está e o parceiro mudar o que está fazendo”, conta a sexóloga.

Ela explica que a reclamação é recorrente dentre seus pacientes. “A minha dica é conversar em um momento oportuno. Falar com jeitinho que não gosta de algo ou deixar claro que, se pede para fazer algo ou continuar o movimento, a pessoa pode seguir sem medo”.

Não se atentar ao orgasmo feminino

Essa reclamação apareceu somente nos formulários das entrevistadas do sexo feminino e estava presente em 98% das respostas. Destas, 82% são mulheres com idades entre 18 e 30 anos.

“Homens mais velhos costumam se preocupar com o orgasmo da mulher, mas infelizmente não são todos. Recebo muitas ocorrências de pacientes mais novas que dizem não gozar na relação por pura negligência do parceiro”, diz Ferro.

Não mudar de posição

Sim, tem gente que não gosta de ficar na mesma posição durante a transa. E, pelo jeito, são a grande maioria. “Uma transa de 40 minutos pode ter umas cinco ou mais posições. É sempre bom inovar, pois não cansa nenhum dos dois e dá mais tempo de sexo ao homem que goza rápido”, complementa Luciana.

A opção foi escolhida por 64% dos entrevistados, sendo 41% mulheres e 23% homens.

Frescuras e nojinhos

Polêmica, essa opção foi escolhida por 71%, sendo 62% mulheres e apenas 9% homens com um dos principais erros na hora do sexo. Nos comentários, frases como “não querem fazer oral por nojo” e “não quer me beijar depois que eu faço oral nele” foram recorrentes.

“Temos aí uma problemática que tento sempre tratar com as pessoas: o nojo. Nojo de que, minha gente? Se vocês já têm intimidade e vão transar, não faz sentido ter nojo. É algo a ser conversado e tratado, pois não dá para continuar fingindo que isso é ‘ok’ numa relação, seja ela casual ou não”, destaca a especialista.

Falta de preliminares

Essa também foi uma das opções marcadas predominantemente por mulheres, presente em 73% dos formulários, com apenas 18% de homens que escolheram a opção. “Além de ser uma parte importante da atividade sexual, a preliminar prepara o corpo feminino e o masculino para a penetração“, aponta a sexóloga.

Segundo ela, mesmo na pressa, é bom ter pelo menos cinco minutos de preliminares. “Seja um beijo mais quente, mão boba, ‘dedada’, ou até um oral mais rápido. É essencial buscar fazer algo para ter um mínimo de lubrificação”, enfatiza.

Fonte: Metrópoles

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