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Postada em 26/03/2020 ás 11h31

Publicada por: Francine Dutra

Pietro Fittipaldi fecha contrato e passa a ser piloto reserva na F1
Brasileiro já tem a superlicença, documento exigido para correr na categoria.
 Pietro Fittipaldi fecha contrato e passa a ser piloto reserva na F1

Foto: Reprodução

O brasileiro Pietro Fittipaldi assinou contrato para ser piloto reserva da equipe Haas na Fórmula 1. O neto do bicampeão mundial Emerson Fittipaldi já tem a superlicença, documento exigido para os pilotos competirem na categoria, e pode ser acionado caso os titulares Romain Grosjean e Kevin Magnussen não possam correr.

A equipe americana está na Fórmula 1 desde a temporada 2016, e Pietro é integrante do time desde o fim de 2018, quando passou a atuar como piloto de testes. No período, Fittipaldi realizou sete sessões de treinamentos e percorreu mais de 2.000 km. Nos Estados Unidos em quarentena pela pandemia de coronavírus, o piloto comentou o novo passo na carreira.

Caso venha a correr, Pietro será o quarto integrante da família Fittipaldi a competir na Fórmula 1. Até hoje, nenhuma família teve quatro representantes na história da categoria. Além de Emerson, bicampeão mundial em 1972 e 1974, também disputaram corridas o tio-avô Wilsinho (1972 a 1975) e o filho dele Christian (1992 a 1994).

- Pietro se provou ao longo de sua carreira e, obviamente, pudemos trabalhar com ele nos últimos 12 meses muito de perto. Temos o prazer de confirmá-lo como piloto oficial reserva e de teste da Haas e continuar esse relacionamento. Seu trabalho na pista nos testes e no simulador foi, sem dúvida, valioso, pois enfrentamos nossos desafios na última temporada e estamos empolgados por continuar apresentando a ele mais oportunidades para expandir seu relacionamento com a equipe em 2020, quando voltarmos ao trabalho - disse o chefe da Haas, Gunther Steiner.

Com a temporada 2020 da Fórmula 1 tendo seu início indefinido devido à pandemia de coronavírus, ainda não se sabe quando o brasileiro poderá treinar novamente com o carro da Haas. Enquanto isso não acontece, Fittipaldi seguirá realizando trabalhos no simulador do time, na Itália. O suíço Louis Deletraz também será piloto de testes e reserva.

Com o novo contrato, cresce a possibilidade de Pietro participar de treinos livres nas sextas-feiras de fim de semana de grande prêmio, mas isso também dependerá dos desdobramentos da pandemia de Covid-19 para a temporada deste ano e das próprias necessidades da Haas.

Pietro Fittipaldi é o segundo brasileiro a assinar contrato de reserva na Fórmula 1. Além dele, o mineiro Sérgio Sette Câmara é terceiro piloto das equipes RBR e Alpha Tauri, também podendo ser chamado para correr caso as equipes lhe solicitem. O Brasil não tem um representante no grid da categoria desde o fim de 2017, quando Felipe Massa deixou a Williams.

Superlicença foi decisiva

Fittipaldi vem agradando à direção da Haas desde a sua chegada à equipe. Em todos os testes que fez, deu bom retorno aos engenheiros e demonstrou bom entrosamento com os mecânicos. Mas o ponto decisivo para a promoção de Pietro a piloto reserva foi a obtenção da superlicença. Ainda durante a pré-temporada em Barcelona, o chefe do time, Gunther Steiner, já havia confirmado que a Haas tinha solicitado o documento.

Depois do grave acidente sofrido em maio de 2018 nos treinos para a abertura do Mundial de Endurance, na Bélgica, Pietro não só dispendeu um tempo de recuperação física, como também perdeu a possibilidade de somar pontos para a superlicença caso disputasse toda a temporada.

Como já tinha boa pontuação graças ao título da World Series em 2017, o brasileiro estava muito próximo de chegar aos 40 pontos exigidos. Nas férias do automobilismo europeu, Pietro disputou o campeonato da Fórmula 3 Asiática, e o quinto lugar na tabela lhe rendeu os pontos que faltavam. A Haas, então, solicitou à Federação Internacional de Automobilismo (FIA) a licença ao piloto.

Quem também está próximo de alcançar a pontuação exigida para a superlicença é Enzo, irmão de Pietro e integrante da academia da Ferrari. Ele soma 39 pontos, e um décimo lugar na classificação da Fórmula 3, que ainda não tem data para começar devido à pandemia de coronavírus, será suficiente para que Fittipaldi esteja apto a receber a licença. Bastaria à Ferrari solicitar à FIA o documento para Enzo, um praxe na operação da equipe.

Fonte: GE

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