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27/04/2020 16h17
Por: Bruna Dias

Fumantes têm mais chances de desenvolver sintomas graves de coronavírus

Com a incidência do novo coronavírus (COVID-19) no mundo, muitas pessoas foram determinadas como grupos de risco, como os idosos, indivíduos com doença crônica, pneumopatas, dentre outros. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) aponta que o tabagismo é um fator de risco para a Covid-19 e, devido a isso, os fumantes têm uma maior chance de desenvolver sintomas graves da doença.

O tabaco causa diferentes tipos de inflamação e prejudica os mecanismos de defesa do organismo. Por esses motivos, os fumantes têm maior risco de infecções por vírus, bactérias e fungos. O pneumologista da Dmi, João Vicente Moreira, explica a relação existente entre fumantes e o coronavírus. "Não há evidências que os fumantes tenham mais chances de contrair o vírus. Entretanto, os fumantes têm uma chance maior de desenvolver formas graves da doença, especialmente nos casos em que já houver doença respiratória (ou de outro sistema) em decorrência do cigarro", informa.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Dados do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), divulgados pelo Ministério da Saúde, apontam que o número de brasileiros que mantém o hábito de fumar caiu 38% no período de 13 anos. A prevalência de fumantes é menor nas faixas extremas de idade: entre adultos com 18 a 24 anos (7,9%), e adultos com 65 anos ou mais (7,8%).

João Vicente Moreira recomenda a cessação do tabagismo aos indivíduos que apresentarem sintomas. "O ideal é cessar o uso dessa substância. Em caso de sintomas persistirem, como falta de ar e/ou tosse, o médico deve ser consultado. Exercícios respiratórios são sempre bem-vindos, especialmente os aeróbicos. Em geral estes são os que mais beneficiam o sistema cardiorrespiratório", finaliza o pneumologista.

Fonte: Ascom
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