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01/06/2020 17h04
Por: Bruna Sampaio

Entenda por que Barras é conhecida como ‘Terra dos Governadores’

Seis barrenses ocuparam o cargo mais alto do poder executivo

 Foto: Reprodução/TV Clube
Foto: Reprodução/TV Clube

O município de Barras, a 122 km de Teresina, é a sexta cidade do Piauí com maior número de habitantes. Fundada no século XIX, a cidade ficou conhecida como ‘Terra dos Governadores’, após seis barrenses se tornaram governadores em diversos estados do Brasil. Além disso, Barras também ganhou destaque por apresentar, ao longo de toda a sua história, intelectuais, poetas e coronéis, que se reuniam nos grandes casarões do município preservados até hoje.

Seis barrenses ocuparam o cargo mais alto do poder executivo nos estados do Piauí, Pernambuco e Amazonas. O primeiro governador oficial do Piauí, inclusive, também nasceu em Barras. Trata-se do tenente-coronel Taumaturgo de Azevedo, que ocupou o cargo em 1889. Em seguida, ele se tornou governador do Amazonas, em 1891.

Os outros gestores barrenses são, por exemplo, Fileto Ferreira, governador do Amazonas em 1895, Sigismundo Gonçalves em Pernambuco e Leônidas Melo, que ocupou a função de chefe do executivo no Piauí entre 1935 e 1945.

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Os casarões ajudam a conversar a história do município. O principal deles é a Casa Rosada, sede da Prefeitura de Barras. O secretário de cultura, Germano Filho, contou que o espaço pertencia a família Gonçalves e foi construída em meados do ano de 1912, no auge do poder dos coronéis.

“A casa rosada representa a transição e o auge do poder dos coronéis entre o final do século XIX e o início do século XX. Pertencia a família Gonçalves e ela tem muita história. Desde os anos 2000, quase todas as decisões de poder passam por ela e, anteriormente também, porque como era uma casa de coronéis, haviam muitas reuniões e circulação de pessoas”, afirmou.

Outro casarão importante é onde morava um ourives conhecido como ‘Chiquinho Eulálio’, construído no início do século XX. Hoje, o local pertence a autônoma Maria do Carmo, responsável pela preservação do prédio.

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“Ela pertenceu a um senhor conhecido como Chiquinho Eulálio. Nessa parte da esquina, funcionava a ourivesaria dele, onde se fabricava e consertava peças de ouro. Ela é uma das primeiras casas de Barras. Um modelo bem antigo, mas ainda preservado”, relatou.

Fonte: G1
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