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Política - Destaques do dia

Postada em 06/06/2020 ás 09h56 - atualizada em 06/06/2020 ás 10h00

Publicada por: Jornalista Milton Atanazio

06 de junho, sábado - A coluna Foco na Política apresenta os destaques...
Notícias para você ficar bem-informado
06 de junho, sábado - A coluna Foco na Política apresenta os destaques...

Coluna Foco na Política com o jornalista Milton Atanazio

DESTAQUE 1 'Acabou matéria do Jornal Nacional', diz Bolsonaro sobre atrasos na divulgação de mortos por coronavírus Presidente fez afirmação ao ser questionado sobre mudança na divulgação do balanço. Globo disse em nota que espectadores 'serão informados sobre os números tão logo sejam anunciados'. Ministério da Saúde atrasa divulgação do número de mortes por coronavírus e gera críticas  

Ministério da Saúde atrasa divulgação do número de mortes por coronavírus e gera críticas

O presidente Jair Bolsonaro foi questionado nesta sexta-feira (5) por jornalistas sobre os atrasos na divulgação de dados sobre a pandemia do novo coronavírus.

Sem que ninguém fizesse qualquer menção a nenhum órgão de imprensa específico, o presidente disse: "Acabou matéria do Jornal Nacional".

Depois, o presidente alegou que o atraso se devia à necessidade de pegar os dados mais consolidados, mas não explicou por que, por mais de 70 dias, foi possível consolidar os dados mais cedo. E nem por que os números que são divulgados às 22h constam de uma planilha que atualiza dados até as 19h.

Em seguida, como faz habitualmente, Jair Bolsonaro criticou o jornalismo da Globo e acrescentou: "Ninguém tem que correr para atender a Globo".

Sobre a declaração, a Globo divulgou a seguinte nota:

"O público saberá julgar se o governo agia certo antes ou se age certo agora. Saberá se age por motivação técnica, como alega, ou se age movido por propósitos que não pode confessar mais claramente. Os espectadores da Globo podem ter certeza de uma coisa: serão informados sobre os números tão logo sejam anunciados porque o jornalismo da Globo corre sempre para atender o seu público".

Dados das últimas 24 horas  

Bolsonaro também defendeu excluir do balanço diário sobre os dados do coronavírus no Brasil os números de pessoas que morreram em dias anteriores.

O balanço diviulgado atualmente pelo Ministério da Saúde inclui os dados das últimas 24 horas e os números acumulados.

"Ontem [quinta-feira], praticamente dois terços dos mortos eram de dias anteriores. Tem que divulgar o [número] do dia. O resto, consolida para trás", afirmou o presidente.

Bolsonaro não explicou, contudo, como os óbitos dos dias anteriores devem ser computados pelo Ministério da Saúde.

Em relação à alteração no horário de divulgação dos boletins, Bolsonaro afirmou que "é para pegar o dado mais consolidado".

Inicialmente, o boletim era divulgado às 17h. Depois, passou a ser apresentado às 19h. Nos últimos dias, a divulgação só tem sido feita às 22h.

Nesta sexta, o ministro Bruno Dantas, do Tribunal de Contas da União, disse que "cogita propor" ao TCU e aos tribunais de contas estaduais que sejam requisitados e consolidados os dados estaduais para divulgação diária dos dados até as 18h.

Mortes por milhões de habitantes

Bolsonaro também disse que falta seriedade na apresentação dos números de mortos feita pela imprensa.

“Parece que esse pessoal que faz... o Globo, Jornal Nacional gosta de dizer que o Brasil é recordista em mortes. Agora, falta inclusive seriedade. Bote mortes por milhões de habitantes. Nem isso faz. É a mesma coisa que querer comparar mortes no Brasil que tem 210 milhões de habitantes com países que tem 10 milhões”, disse Bolsonaro.

Pela análise do número de mortes por milhões de habitantes, o Brasil também figura entre os países com maiores índices de mortes.

Veja a seguir:

Reino Unido: 598,7 mortes por milhão de habitantes; Espanha: 578,03 mortes por milhão de habitantes; Itália: 558,13 mortes por milhão de habitantes; França: 433 mortes por milhão de habitantes; Estados Unidos: 325,64 mortes por milhão de habitantes; Brasil: 153,88 mortes por milhão de habitantes.   OMS

Na mesma entrevista, concedida em frente ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro fez críticas à Organização Mundial da Saúde (OMS).

“O Trump [presidente dos Estados Unidos] cortou a grana deles, voltaram atrás em tudo. E adianto aqui: os Estados Unidos saíram da OMS. A gente estuda no futuro – ou a OMS trabalha sem o viés ideológico – ou nós vamos estar fora também. Não precisamos de gente de fora dar palpite na saúde aqui dentro”, disse o presidente.

Na sequência, Bolsonaro foi questionado se pretende fazer com que o Brasil deixe a OMS. Ele afirmou:

“É o seguinte: ou a OMS realmente deixa de ser uma organização política, partidária, assim, vamos dizer, até partidária, ou nós estudamos sair de lá”, frisou.

DESTAQUE 2

Casos de coronavírus e número de mortes no Brasil em 6 de junho As secretarias estaduais de Saúde confirmam no país 646.006 casos do novo coronavírus (Sars-CoV-2), com 35.047 mortes. 

Veja os dados sobre o coronavírus no Brasil neste sábado (6), segundo levantamento exclusivo do G1 junto às secretarias estaduais de saúde. Os principais dados são:

35.047 mortes 646.438 casos confirmados

Já segundo o balanço nacional do Ministério da Saúde, divulgado nesta sexta (5) às 21h40, o Brasil chegou a 35.026 mortes e 645.771 casos confirmados. A diferença para o último balanço foi de 1.005 novos óbitos registrados.Avanço de mortes por coronavírus no Brasil até 5 de junho — Foto: Editoria de Arte/G1

Avanço de mortes por coronavírus no Brasil até 5 de junho — Foto: Editoria de Arte/G1

Abaixo, veja curva de mortes no Brasil e nos estados, cidades com maior mortalidade, cidades com maior incidência, taxa de ocupação de leitos de UTI, testes feitos pelos estados e pacientes recuperados.

   

Consulte o número de casos e mortes em sua cidade no Mapa do Coronavírus.

Das 20 cidades com maior mortalidade no Brasil, 12 estão no Amazonas e só quatro fora da Região Norte. No ranking, aparecem cinco capitais, nesta ordem: Belém (1°), Fortaleza (5°), Recife (11°), Manaus (13°) e Rio de Janeiro (15°).

  Taxa de ocupação de leitos de UTI Acre – 82,6% em todo o estado em 4/6 Alagoas – 79% em todo o estado 4/6 Amapá – 98,84% em todo o estado em 4/6 Amazonas – 70% em todo o estado em 3/6 Bahia – 71% em todo o estado em 5/6 Ceará – 82,72% em todo o estado em 4/6 Distrito Federal – 69,5% na rede privada e 42,24% na rede pública em 29/5 Espírito Santo - 85,14% em todo o estado em 4/6 Goiás - 46,6% dos leitos de gestão estadual, em todo o estado em 3/6 Maranhão –96,25% na Grande São Luís, 80,85% no interior e 85,2% em Imperatriz em 2/6 Mato Grosso – 37,6% em todo o estado em 4/6 Mato Grosso do Sul – 7% em todo o estado em 4/6 Minas Gerais – 71% em todo o estado em 3/6 Pará – 79% em todo o estado em 3/6 Paraíba – 67% em todo o estado em 5/6 Paraná – 40% em todo o estado em 4/6 Pernambuco – 98% em todo o estado em 3/6 Piauí - 61% em todo o estado em 24/5 Rio de Janeiro – 90% no SUS em todo o estado em 5/6 Rio Grande do Norte – 84% na rede pública e 71% na rede privada em 5/6 Rio Grande do Sul – 71,9% em todo o estado em 5/6 Rondônia – 77,9% em todo o estado em 3/6 Santa Catarina – 61,7% do sistema público em todo o estado em 3/6 São Paulo – 71% em todo o estado em 5/6 Sergipe – 68,3% na rede pública e 85% na rede privada em todo o estado em 4/6 Tocantins – 60% dos leitos ocupados em 3/6 Roraima não divulgou a lotação dos leitos de UTI do estado. Testes feitos pelos estados

Número de testes de coronavírus feitos pelos estados

Estado Nº de testes Data de divulgação
Acre 15.988 4/6
Alagoas 18.048 1º/6
Amapá 21241 3/6
Amazonas 6.183 27/4
Bahia 39.949 21/5
Ceará 137.434 4/6
Distrito Federal 141.344 29/5
Espírito Santo 56.831 5/6
Goiás 12.925 30/5
Maranhão 66.717 3/6
Mato Grosso 8.253 3/6
Mato Grosso do Sul 11.713 4/6
Minas Gerais 23.461 4/6
Pará 54.311 3/6
Paraíba 60.022 5/6
Paraná 26.063 25/5
Pernambuco 50.392 28/5
Piauí 43.109 3/6
Rio Grande do Norte 25.465 5/6
Rio Grande do Sul 12.508 26/5
Rondônia 18.891 3/6
Roraima 718 23/4
Santa Catarina 33.000 4/6
São Paulo 87.463 27/5
Sergipe 20.702 2/6
Tocantins 7.095 25/5
Total 999.836  
Fonte: secretarias estaduais de Saúde

Rio de Janeiro não divulgou o número de testes.

Pacientes recuperados

Pacientes recuperados de Covid-19 nos estados

Estados Nº de pacientes recuperados Data de divulgação
Acre 3.209 4/6
Alagoas 8.461 5/6
Amapá 5.766 5/6
Amazonas 34.583 2/6
Bahia 11.464 5/6
Ceará 39.263 4/6
Distrito Federal 7.336 5/6
Espírito Santo 9.919 5/6
Goiás 738 26/5
Maranhão 15.629 4/6
Mato Grosso 1.145 5/6
Mato Grosso do Sul 872 4/6
Minas Gerais 5.606 4/6
Pará 39.177 5/6
Paraíba 3.945 5/6
Paraná 2.267 4/6
Pernambuco 20.375 4/6
Piauí 456 29/5
Rio de Janeiro 41.838 2/6
Rio Grande do Norte 1.824 3/6
Rio Grande do Sul 8.391 5/6
Rondônia 2.600 3/6
Roraima 1.230 4/6
Santa Catarina 6.442 4/6
São Paulo 24.616 5/6
Sergipe 2.999 2/6
Tocantins 1.933 5/6
Total 302.084  
Fonte: secretarias estaduais de Saúde   DESTAQUE 3 ASD Decreto de Witzel libera futebol, bares, restaurantes e shoppings a partir deste sábado Prefeitura da capital fluminense, no entanto, tem outras datas para reabertura. Decreto publicado em edição extra do Diário Oficial nesta sexta (5) também permite a volta do futebol e outros esportes de alto rendimento, desde que sem público. Rio de Janeiro tem início de flexibilização do isolamento neste sábado (6)  Rio de Janeiro tem início de flexibilização do isolamento neste sábado (6)    ASSISTA AO VÍDEO   https://g1.globo.com/globonews/jornal-globonews/video/rio-de-janeiro-tem-inicio-de-flexibilizacao-do-isolamento-neste-sabado-6-8607437.ghtml   um decreto publicado no fim da noite desta sexta-feira (5), em edição extra do Diário Oficial, dá início à flexibilização do isolamento no estado do Rio de Janeiro devido ao novo coronavírus.

O texto, assinado pelo governador Wilson Witzel, libera a reabertura parcial de bares, restaurantes e shoppings centers, mas a prefeitura da capital do estado, por exemplo, a ainda não autorizou a reabertura.

A volta do futebol e outros esportes de alto rendimento, desde que sem público, também está autorizada pelo governo.

Em sua rede social, Witzel afirmou que com as medidas de isolamento adotadas até agora, milhares de vidas foram salvas. "Com as medidas restritivas que estabelecemos em 16 de março, e que começam a diminuir a partir deste sábado por decreto, salvamos mais de 46.000 vidas. Vamos seguir no enfrentamento ao Covid-19. E deixaremos hospitais de alta complexidade como legado para os próximos 5 anos", disse o governador.

Witzel autorizou a reabertura de shoppings; decreto de Crivella só permite na fase 2, prevista para o dia 17 — Foto: Marco Serra Lima/ G1

Witzel autorizou a reabertura de shoppings; decreto de Crivella só permite na fase 2, prevista para o dia 17 — Foto: Marco Serra Lima/ G1

Witzel autorizou a reabertura de shoppings; decreto de Crivella só permite na fase 2, prevista para o dia 17 — Foto: Marco Serra Lima/ G1

 

As medidas foram anunciada no dia em que o RJ chegou a 6.473 mortes por Covid-19 e 63.066 casos confirmados. O estado diz, no entanto, que as decisões foram baseadas em dados que indicam a redução da pandemia no RJ (entenda abaixo).

A partir deste sábado (6), estão autorizados a funcionar pelo Governo do RJ (algumas medidas dependem também dos decretos das prefeituras):

Bares e restaurantes, com limite de 50% de sua capacidade (medida só seria permitida na fase 3 da prefeitura); shopping centers e centros comerciais, das 12h às 20h, com limitação de 50% da capacidade, garantindo fornecimento de álcool em gel 70%. As praças de alimentação também podem reabrir, obedecendo ao limite de 50% da capacidade. Áreas de recreação, cinemas e afins, no entanto, permanecerão fechados (medida só seria permitida na fase 2 da prefeitura); Equipamentos e pontos turísticos, como Cristo Redentor e Pão de Açúcar, também estão autorizados a abrir para o público, respeitando o limite de 50% de sua capacidade de lotação. organizações religiosas podem funcionar, desde que seja observada a distância de 1 metro entre as pessoas; parques, para a prática de esportes, desde que não haja aglomeração; atividades esportivas individuais ao ar livre, inclusive em praias e lagoas, preferencialmente próximo à residência; atividades esportivas de alto rendimento, como o futebol, desde que sem público e com os devidos protocolos de higienização (medida só seria permitida na fase 3 da prefeitura); atividades culturais de qualquer natureza no modelo drive-in; feiras livres de produtos de gênero alimentício, com restrições como distância de barracas de 1 metro e disponibilização de álcool 70%; retorno gradual do transporte intermunicipal de passageiros. Protocolos

Todos os estabelecimentos abertos devem seguir protocolos e medidas de segurança recomendadas pelas autoridades sanitárias:

assegurar a distância mínima de 1 metro entre as pessoas; disponibilizar álcool em gel 70%; obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção facial por clientes e funcionários.   Restrições prorrogadas

O decreto também prorrogou algumas medidas restritivas até 21 de junho:

aulas presencias das redes de ensino estadual, municipal e privada; atividades coletivas em cinemas, teatros e afins; funcionamento de academias de ginástica; visita a unidades prisionais, inclusive aquelas de natureza íntima; visita a pacientes diagnosticados com a Covid-19, internados na rede pública ou privada; permanência em praias, lagoas, rios e piscinas públicas Shoppings

Segundo o decreto, shoppings poderão funcionar entre 12h e 20h, com até 50% da capacidade. Veja outras restrições ao funcionamento:

fornecer equipamentos de proteção individual e álcool em gel 70% a todos os empregados, colaboradores, terceirizados e prestadores de serviços; Disponibilizar álcool em gel 70% ou compostos de efeito similar a todos os clientes; obrigatoriedade do uso de máscara por clientes e funcionários; garantir o distanciamento mínimo de 1 metro entre as pessoas; proibição do funcionamento de áreas de recreação e lojas como brinquedotecas, de jogos eletrônicos, cinemas, teatros e congêneres; funcionamento da praça de alimentação com 50% de lotação; provadores de lojas proibidos; estacionamento com limite de 50%; garantia da qualidade do ar dos ambientes climatizados, com protocolos de manutenção dos aparelhos e sistemas de climatização, realizando a troca dos filtros. Horários de indústria e comércio

O decreto determina também o funcionamento de alguns setores do comércio e da indústria em horários específicos para evitar aglomerações:

Comércio de produtos essenciais: da 0h às 23h59 Indústria e serviços: das 9h às 17h Comércio varejista, exceto shoppings: 11h às 19h Construção civil: 7h às 15h Achatamento da curva

Para a elaboração do decreto, o governo diz que levou em consideração os dados epidemiológicos da Secretaria de Estado de Saúde, como a redução do número diário de óbitos e das internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Segundo o governo, no final de abril, mais de 1,5 mil pessoas aguardavam por leitos de enfermaria e UTI no estado. Atualmente, esse número caiu para pouco mais de 100, com tempo de espera de regulação de cerca de 2 dias.

"Outro dado importante é a redução de números de casos da Covid-19 por data de início de sintomas. Somente no dia 1º de maio, foram registrados 2.042 pacientes com coronavírus, marca que é o pico desde o início da pandemia. No dia 31 de maio, foram apenas 86 casos. Já para óbitos, o pico aconteceu no dia 4 de maio, com 172 óbitos ocorridos nessa data. No fim de maio, também no dia 31, foram 39. Também em queda, a taxa de incidência de casos no estado terminou o último mês com 109 casos para cada 100 mil habitantes", diz a nota do governo.

"Os dados fazem parte do Boletim Epidemiológico, que foi lançado pela Secretaria de Estado de Saúde nesta sexta-feira (05/06) e que pode ser consultado através do site www.saude.rj.gov.br. O boletim, que será atualizado periodicamente, apresenta ainda, pela primeira vez, o perfil dos pacientes mais acometidos pela doença. Os óbitos, por exemplo, em sua maioria, são de homens (57,17%) com idades entre 60 e 79 anos, sobretudo em pessoas com comorbidades como cardiopatia, hipertensão arterial e diabetes, asma, obesidade e pacientes imunodeprimidos", acrescenta a nota.

Transportes

O Governo do Estado também também determinou nesta sexta-feira o retorno gradual do transporte intermunicipal de passageiros a partir deste sábado (6).

O transporte intermunicipal coletivo estava interrompido desde o início das medidas de isolamento social em março. Segundo o poder executivo do estado, medida "visa atender às demandas sociais e econômicas, tendo em vista a flexibilização progressiva do isolamento social adotada por diversos municípios".

RJ1 mostrou que trabalhadores reclamavam da falta de transporte público para chegar em seus locais de trabalho, na capital do estado.

UFRJ estima pico da pandemia no final da 1ª quinzena de junho RJ registrou 317 mortes por Covid-19 na última quinta

A partir de sábado, será retomada a operação das linhas rodoviárias e vans intermunicipais, com exceção dos municípios de Barra Mansa, Pinheiral e Volta Redonda. Nessas cidades, permanece restrita a circulação de ônibus intermunicipal, ônibus fretado e vans nas conexões com outras cidades. O transporte coletivo entre os três municípios está mantido.

 

everão operar com ocupação limitada ao número de assentos do veículo as seguintes linhas: que fazem a ligação entre os municípios da Região Metropolitana; entre os municípios do interior do estado; e as de transporte complementar, em qualquer região. De acordo com o decreto, fica vedado o transporte de passageiros em pé.

Já as linhas que fazem a ligação entre a Região Metropolitana e o interior deverão operar com até 50% dos assentos ocupados, nos veículos tipo Rodoviário, e apenas com passageiros sentados, no caso dos veículos tipo Urbano. A fiscalização do cumprimento dessas medidas será realizada pelo Detro, com auxílio das Forças Policiais.

Metrô, trem e barca

Também a partir do próximo sábado, fica suspenso o controle de acesso de passageiros em todas as estações.

No metrô e no trem, a disponibilidade de lugares ficará restrita a, no máximo, 50% da capacidade de lotação. No sistema ferroviário, a operação do ramal Guapimirim seguirá suspensa.

No caso das barcas, as viagens serão realizadas com o quantitativo de passageiros equivalente ao número de assentos existentes na embarcação utilizada. Ou seja, o decreto proíbe a viagem de passageiros em pé.

As estações Charitas e Cocotá permanecerão temporariamente fechadas.

A operação da linha Arariboia terá intervalos de, no mínimo, 30 minutos no horário de pico (das 5h30 às 9h e das 16h às 18h) dos dias úteis. Os intervalos serão de 1 hora nas viagens fora dos horários de pico dos dias úteis e aos sábados, domingos e feriados. Já a linha de Paquetá continuará operando com intervalos de até 3 horas, em qualquer dia e período.

O Governo do RJ orienta que, havendo possibilidade e segurança, todos os meios de transportes deverão circular com janelas destravadas e abertas. O objetivo é proporcionar plena circulação de ar, nos ônibus, barcas, trens e no transporte complementar.so de máscara

A utilização de máscaras de proteção respiratórias também será obrigatória nos transportes coletivo e individual.

O poder executivo também determinou que as concessionárias deverão disponibilizar álcool em gel 70% ou um produto higienizador com eficácia semelhante em todas as estações de trem, metrô e barcas, assim como nos ônibus urbanos e rodoviários do estado.

Oferta de transporte não acompanha processo de reabertura no Rio  Oferta de transporte não acompanha processo de reabertura no Rio Assista ao vídeo https://globoplay.globo.com/v/8605435/   Deslocamentos difíceis

Antes do novo decreto do governo entrar em vigor, o RJ1 mostrou, nesta sexta-feira, que muitos trabalhadores reclamavam da falta de opções de transporte para chegar ao Rio.

"Um certo transtorno, né? Porque um trajeto que eu levaria bem menos tempo, hoje fica bem mais longo, tem que sair mais cedo", disse Nascimento, que mora em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.
O que diz a Fetranspor

Em nota, a Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor) informou que as empresas que operam linhas intermunicipais com destino à cidade do Rio de Janeiro estão prontas para a retomada das operações.

"Os protocolos de saúde estão sendo seguidos à risca, para garantir maior segurança dos passageiros, com a distribuição de equipamentos de proteção individual aos colaboradores e a higienização diária da frota de ônibus, de acordo com todas as especificações técnicas", dizia a nota.

 

egundo a federação, as condições de saúde de motoristas e outros trabalhadores serão acompanhadas diariamente. Equipamentos de higiene e proteção estão sendo distribuídos para os funcionários.

A Fetranspor admitiu também que "problemas pontuais" podem acontecer na primeira semana de retomada.

A federação acredita que isso possa acontecer "caso a procura pelo transporte supere em muito as expectativas, já que é necessária a convocação extra de rodoviários para o retorno ao trabalho, a limpeza e a higienização da frota adicional e a negociação com fornecedores".

com informações do G1  

Fonte: G1

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