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Jornalista, comunicador, árbitro judicial, consultor diplomático, cônsul honorário da Bielorrússia, editor da Revista VOX e Publisher da BrazilianNEWS.
Política Resumo da Semana
16/08/2020 11h09
Por: Jornalista Milton Atanazio

Resumo da Semana que Foco na Política reservou para voce

DESTAQUES DA SEMANA QUE FOCO NA POLÍTICA PREPAROU PARA VOCÊ

RESUMO DA SEMANA – De 10 a 15 de agosto de 2020

Foco na Política com o jornalista Milton Atanazio direto da Capital Federal

As 5 mais da CNN

1 – LIVE DE BOLSONARO

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta quinta-feira (13), em transmissão ao vivo nas redes sociais, que a hidroxicloroquina e a ivermectina poderão ser compradas sem a retenção obrigatória da receita pelas farmácias. Mais cedo, em discurso no Pará, o presidente voltou a defender a cloroquina contra o novo coronavírus: “Eu sou a prova viva de que deu certo“. Na live, Bolsonaro também admitiu que “a ideia de furar o teto [de gastos] existe“.

Foco na Política com o jornalista Milton Atanazio, direto da Capital Federal
Foco na Política com o jornalista Milton Atanazio, direto da Capital Federal
2 – DELAÇÃO DE MESSER
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta quinta-feira (13), em transmissão ao vivo nas redes sociais, que a hidroxicloroquina e a ivermectina poderão ser compradas sem a retenção obrigatória da receita pelas farmácias. Mais cedo, em discurso no Pará, o presidente voltou a defender a cloroquina contra o novo coronavírus: “Eu sou a prova viva de que deu certo“. Na live, Bolsonaro também admitiu que “a ideia de furar o teto [de gastos] existe“.
O doleiro Dario Messer acusou em sua delação premiada um ex-integrante da Força Tarefa da Lava Jato em Curitiba de ter recebido propina sua para lhe proteger das investigações, informa o colunista Caio Junqueira. Cerca de US$ 50 mil eram pagos por mês. Na delação, Messer também mencionou lavagem de dinheiro usando criptomoedas. De acordo com o colunista Fernando Molica, o “doleiro dos doleiros” também revelou transações com o então presidente do Paraguai.
4 – Vacinas
Uma potencial vacina contra o novo coronavírus desenvolvida por uma unidade do China National Pharmaceutical Group (Sinopharm) ativou anticorpos contra Covid-19 em testes clínicos, disseram os pesquisadores. Para explicar melhor a produção de diferentes imunizantes, a CNN conversou com o imunologista Gustavo Cabral, que participa do desenvolvimento de uma das possíveis vacinas nacionais contra a Covid-19. Ele explica as vantagens e desvantagens da vacina americana, promessa tecnológica da Moderna. Assista.
5 – Testes de Covid-19
Os planos de saúde terão de cobrir os testes sorológicos para o novo coronavírus, determinou a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A decisão foi publicada na madrugada dessa sexta (14) no Diário Oficial e já está valendo. Entenda quais são os diferentes tipos de teste para a Covid-19.

As 5 mais do Poder 360

1 – JUSTIÇA: Gilmar Mendes restabelece prisão domiciliar para Queiroz

STJ havia determinado volta à cadeia; Gilmar disse que fatos são ‘antigos’.

O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes estabeleceu nesta 6ª feira (14.ago.2020) que o ex-assessor Fabrício Queiroz e sua mulher, Márcia Aguiar, devem permanecer presos em regime domiciliar.

Gilmar diz que os fatos usados para determinar a prisão do ex-assessor de Flávio Bolsonaro são de 2018 e 2019. Sendo assim, não justificam a ida de Queiroz à cadeia.

“Chama a atenção, no entanto, o considerável lapso temporal ocorrido entre os supostos diálogos (concentrados nos anos de 2018 e de 2019) e a decretação da prisão preventiva do paciente em junho de 2020. É assente na jurisprudência que fatos antigos não autorizam a prisão preventiva, sob pena de esvaziamento da presunção de inocência”, diz o magistrado no despacho.

Na 5ª feira (13.ago), o ministro do Superior Tribunal de Justiça Felix Fischer havia determinado a volta do PM aposentado e de sua mulher para a cadeia. Essa decisão está anulada.

“Além de recair fundadas dúvidas sobre a contemporaneidade dos fatos invocados para justificar a segregação dos pacientes, a suposta conveniência para fins de instrução criminal e de garantia da ordem pública parecem se referir muito mais a conjecturas, como as de que o paciente teria influência em grupos de milícias e no meio político”, escreve Gilmar em sua decisão.

O magistrado ainda argumenta que “outras medidas cautelares diversas da prisão não seriam menos invasivas e até mesmo mais adequadas para garantir a regularidade da instrução penal”.

2 – JUSTIÇA: Queiroz tentou ‘arduamente’ destruir provas, diz ministro do STJ

‘Não comprovou saúde debilitada’; Fischer revogou prisão domiciliar

 O ministro Felix Fisher revogou a decisão que concedeu prisão domiciliar a Fabrício Queiroz e à sua mulher, Márcia AguiarSérgio

Em decisão que estabeleceu o retorno de Fabrício Queiroz à cadeia, o ministro Felix Fischer, do STJ (Superior Tribunal de Justiça ), declarou que o ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) não comprovou ter a saúde debilitada e tentou “arduamente” destruir provas.

A informação foi divulgada nesta 6ª feira (14.ago.2020) pelo jornal O Globo, que teve acesso à decisão do caso que está sob sigilo.

O ex-assessor é investigado no suposto esquema das “rachadinhas” na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro). Em 18 de junho, foi preso preventivamente em Atibaia, no interior de São Paulo. Sua mulher, Márcia Aguiar, que também foi alvo de mandado de prisão, ficou foragida no período.

Em 9 de julho, Queiroz e Márcia foram autorizados pelo presidente do STJ, João Otávio de Noronha, a cumprir prisão em regime domiciliar.

Na 5ª feira (13.ago.2020), Felix Fischer apontou que existem indícios de que o ex-assessor e sua mulher “supostamente já articulavam e trabalhavam arduamente, em todas as frentes, para impedir a produção de provas e/ou realizar a adulteração/destruição destas”.

“Há diversos relatos sobre adulteração de folhas de ponto de servidores que estariam em atuação irregular na Alerj. As manobras acima transcritas, para impedir a própria localização/rastreamento pela polícia, saltam aos olhos”, disse.

Segundo o ministro, há indícios da existência de uma “verdadeira organização criminosa”. “São inúmeros os trechos que, em tese, identificam uma verdadeira organização, com divisão de tarefas e até mesmo certa estrutura hierárquica (os pacientes obedeciam a diretrizes de pessoa indigitada de ‘ANJO’, um ‘superior hierárquico’)”, afirmou.

Fischer afirma que, diante dos autos, a “única medida apropriada” para o caso era prisão preventiva, não cabendo a utilização da prisão domiciliar.

O ministro ainda afirmou que embora haja informações sobre o quadro de saúde de Queiroz, os dados referem-se ao passado, e não ao momento atual.

“Deve-se esclarecer que tais peças refletem estado de saúde pretérito, e não atual. Como dito, a documentação não dá conta de que o paciente atualmente enfrenta estado de saúde extremamente debilitado e de que eventual tratamento de saúde não poderia ser realizado na penitenciária ou respectivo hospital de custódia. Situação como um todo que, de qualquer forma, deveria ter sido debatida na origem, soberana na análise de fatos e provas, sob pena de indevida supressão de instância”, afirmou.

Mais cedo, nesta 6ª feira (14.ago.2020), Queiroz deixou o condomínio onde mora na Taquara, zona oeste do Rio, por volta de 11h10, para fazer exame médico. No início da tarde, retornou para casa.

3 – PESQUISA: Bolsonaro não tem culpa pelas 100 mil mortes para 47% dos brasileiros

Tem alguma culpa para 52%; 88% não conhecem Pazuello.

O Brasil atingiu a marca das 100 mil mortes causadas pela covid-19 no dia 8 de agosto de 2020. Para quase metade dos brasileiros (47%), o presidente Jair Bolsonaro não tem nenhuma culpa no grande número de mortos.

Pesquisa feita pelo Datafolha mostra ainda que 52% pensam que Bolsonaro tem alguma responsabilidade. Destes, 11% pensam que ele é o principal culpado. 41% acham que ele é 1 dos culpados.

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Entre os que aprovam o governo Bolsonaro, 80% consideram que ele não é o responsável pelas mortes. Entre os que votaram nele no 2º turno em 2018, esse percentual é de 64%. Já no grupo que rejeita Bolsonaro (considera sua gestão ruim ou péssima), 86% acham que ele tem alguma responsabilidade nas mortes. Os que

A aprovação de Bolsonaro está neste momento no patamar mais elevado desde que seu governo começou, em janeiro de 2019. 37% dos brasileiros consideram o governo bom ou ótimo. A proporção de brasileiros que desaprovam o atual governo é de 34%. Os percentuais indicam que há empate técnico entre os grupos que aprovam e desaprovam Bolsonaro, dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais.

Os brasileiros mais ricos (que ganham mais de 10 salários mínimos mensais) são os que mais consideram Bolsonaro culpado pelas mortes: 61% acham que o presidente é o principal ou 1 dos principais responsáveis. Entre os brasileiros que ganham até 2 salários mínimos, 49% isentam Bolsonaro de qualquer culpa.

Para 49% dos entrevistados, o Brasil tem responsabilidade como 1 todo. Avaliam que o país não fez suficiente para conter a propagação do novo coronavírus. Os demais se dividem entre os que avaliam que foi feito o necessário para tentar evitar as mortes (24%) e os que pensam que nada poderia ter evitado a quantidade de vítimas (22%).

O Datafolha perguntou se os brasileiros sabiam quem era o ministro da Saúde. 88% não conseguiram responder que a pasta está sendo comandada interinamente pelo general Eduardo Pazuello. 10% disseram o nome correto e 2% citaram outra pessoa.

A pesquisa foi feita por telefone com 2.065 brasileiros adultos que têm celular, nos dias 11 e 12 de agosto.

O Brasil tem 3,278,895 casos confirmados de covid-19 e 106,571 mortes causadas pela doença. Bolsonaro tem sido criticado por causa do alto número e da atuação do governo federal durante a pandemia. O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, que saiu do governo por divergências com o presidente, disse que a atitude de Bolsonaro contribuiu para o país atingir a quantia.

4 – CORONAVÍRUS: Leia as notícias deste sábado sobre o coronavírus

Brasil chega a 106 mil mortes por covid; São Paulo: menor ocupação de UTIs; Nova Zelândia decreta lockdown.

O Brasil ultrapassou na 6ª feira (14.ago.2020) a marca de 106 mil mortes provocadas pela covid-19. O Ministério da Saúde contabilizou mais 50.644 casos da doença em 24 horas, e o número total de infectados chegou a 3.275.520.

O governo de São Paulo informou que o Estado registra a menor taxa de ocupação de leitos de UTI (unidade de terapia intensiva) desde o começo da pandemia: 57,8%.

A Nova Zelândia anunciou  que vai prolongar por mais 12 dias o lockdown em Auckland, a maior cidade do país, para combater 1 novo surto de coronavírus.

Edição com informações da CNN e Poder 360 selecionadas pelo jornalista Milton Atanazio de Foco na Política

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Fonte: várias
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