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Política Resumo da Semana
19/09/2020 09h51 Atualizada há 1 mês
Por: Jornalista Milton Atanazio

RESUMO DA SEMANA – De 14 a 19 de Setembro de 2020 

Foco na Política com o jornalista Milton Atanazio direto da Capital Federal

RESUMO DA SEMANA – De 14 a 19 de Setembro de 2020 
RESUMO DA SEMANA – De 14 a 19 de Setembro de 2020 

Foco na Política com o jornalista Milton Atanazio direto da Capital Federal

As 5 mais do Poder 360

1 – PESQUISA

Bolsonaro lidera corrida eleitoral para 2022 com 35%; Lula tem 21%

Em eventual 2º turno, há empate; Pesquisa realizada pelo PoderData; Moro fica em 3º lugar, com 11%; Haddad tem 10% em 2º cenário

Bolsonaro e Lula: atual presidente está 14 pontos percentuais à frente do petista. Em eventual 2º turno, ambos aparecem empatados
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Pesquisa realizada pelo PoderData mostra o presidente Jair Bolsonaro à frente na corrida eleitoral para 2022, com 35% das intenções de voto. O ex-presidente Lula (PT) aparece em 2º lugar, com 21%.

O ex-ministro Sergio Moro foi citado por 11% dos entrevistados. Outros 11% afirmaram que iriam votar branco ou nulo.

Os dados foram coletados de 14 a 16 de setembro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 459 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

A pesquisa foi realizada pelo PoderDatadivisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é realizada em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.

Em 2018, mesmo preso em Curitiba, Lula foi registrado candidato à Presidência da República. Seu vice foi Fernando Haddad, que acabou encabeçando a chapa quando o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) rejeitou a candidatura do petista.

Hoje, o cenário é diferente. Lula foi solto em novembro de 2019. Também há 1 processo no STF (Superior Tribunal Federal) que pede a suspeição do ex-juiz Sergio Moro na operação Lava Jato. Atualmente, o político está inelegível pela Lei da Ficha Limpa. Tenta na Justiça recuperar seus direitos políticos.

A decisão dos ministros da Corte, se favorável a Lula, pode anular 1 dos processos que impedem o petista de se candidatar. O ministro Gilmar Mendes já afirmou que quer pautar o tema “assim que possível”.

2 – ELEIÇÃO

Bolsonaro empataria com Lula e Moro no 2º turno, mostra PoderData

Vence Ciro, Doria e Haddad; Contra Lula: ambos têm 41%; Com Moro, há empate técnico; Lula herda 32% dos votos do ex-juiz

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-ministro da Justiça e ex-juiz federal Sergio Moro (sem partido)

Pesquisa PoderData indica que o presidente Jair Bolsonaro venceria os ex-ministros Fernando Haddad (PT) e Ciro Gomes (PDT) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), em eventual disputa em 2º turno na eleição presidencial de 2022. Empataria com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e com o ex-ministro da Justiça e ex-juiz federal Sergio Moro (sem partido).

Contra Lula, o levantamento mostra que ambos têm 41% das intenções de voto.

Em 2018, mesmo preso depois de condenação em 2ª Instância, o ex-presidente foi registrado como candidato à Presidência. O TSE (Tribunal Superior Eleitoral), no entanto, barrou a candidatura com base na Lei da Ficha Limpa.

Agora solto, depois de nova interpretação do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre prisão pós-2ª Instância, Lula tenta tornar-se elegível. No entanto, além de duas condenações (casos tríplex do Guarujá e sítio de Atibaia), enfrenta duas denúncias da Lava Jato em Curitiba, 4 ações na Justiça Federal do Distrito Federal e uma na Justiça Federal de São Paulo.

3 –ELEIÇÕES MUNICIPAIS

Eleições municipais: 13 prefeitos de capitais buscarão reeleição em 2020

Outros 12 estão no 2º mandato; 5 pré-candidatos são do PSDB

Bruno Covas (PSDB) era vice-prefeito de São Paulo na gestão Doria (PSDB). Assumiu o cargo depois de o colega ir para o governo do Estado. Agora, tentará se manter no comando da maior cidade do paísPatrícia Cruz/PSDB – 12.set.2020

Levantamento do Poder360 mostra que 13 prefeitos de capitais tentarão se manter no cargo nas eleições de 2020, incluindo os mandatários das 3 cidades com mais eleitores: São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Um desistiu de concorrer. Outros 12 estão no 2º mandato e não podem disputar a reeleição.

Em 2016, data do último grande pleito municipal, 20 prefeitos tentaram a reeleição em capitais –15 conseguiram. Apenas 5 perderam a disputa.

Os tucanos têm 5 prefeitos que disputarão a reeleição. O PSD aparece em seguida, com 3 nomes.

Essas capitais têm 21,3 milhões de eleitores (14% do eleitorado brasileiro). O levantamento deste post considera os dados até esta 4ª feria (16.set). Os partidos têm até 26 de setembro para oficializar as candidaturas, o que pode fazer com que os números mudem até essa data.

Alguns já desistiram da disputa. É o caso Iris Rezende (MDB), em Goiânia. Ele já venceu 4 vezes a eleição da capital de Goiás. Anunciou no fim de agosto que deixará a vida política.

4 – CALENDÁRIO ELEITORAL

O Brasil tem 5.570 cidades. Mas apenas 5.568 vão eleger prefeitos e vereadores em novembro de 2020. Brasília (capital federal) e Fernando de Noronha (PE) não têm prefeitos.

O 1º turno será em 15 de novembro e o 2º turno no dia 29 do mesmo mês. As datas originais eram 4 de outubro e 25 de outubro, mas foram postergadas por causa da pandemia.

Saiba como ficou o calendário eleitoral:

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5 – GOVERNO

Bolsonaro diz que vai ‘enterrar’ inquérito no STF e acabar com ‘farsa’ de Moro

Quer direito de depor por escrito; Sobre suposta interferência na PF; Responderia perguntas de advogados; E ao próprio ex-ministro da Justiça

O presidente Jair Bolsonaro ao lado do presidente da Caixa, Pedro Guimarães em live nesta 5ª (17.set)Reprodução/YouTubeJair Bolsonaro – 17.set.2020

O presidente Jair Bolsonaro comemorou nesta 5ª feira (17.set.2020) a decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio de suspender seu depoimento à Polícia Federal. Bolsonaro é investigado no caso que apura se houve interferência indevida na PF, denunciada pelo ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro.

O ministro Celso de Mello é quem conduz o caso de fato, mas está em licença médica. Seguindo o regimento do Supremo, Marco Aurélio foi quem assumiu o caso, por enquanto. O magistrado mandou adiar a oitiva até que o plenário do Supremo julgue o recurso da AGU (Advocacia Geral da União) para dar sequência ao processo.

Durante a live semanal, Bolsonaro reclamou que o ministro Celso de Mello queria que ele fosse ouvido presencialmente e ainda que fosse questionado pelos advogados de Moro e o próprio ex-ministro do governo.

“O Moro tem que perguntar nada para mim. Ele tem que dizer: ‘olha, você, ou vossa excelência, ou o senhor, interferiu aqui, fez isso, fez aquilo…’ porque isso daí a gente rebate rapidamente. Olha, 30 dias antes de ir embora ele deu uma entrevista dizendo que eu nunca havia interferido na Polícia Federal”.

Bolsonaro também cobrou tratamento igual ao de outros presidentes  da República que tiveram de prestar depoimento. “O ministro Marco Aurélio deu uma liminar suspendendo tudo desse inquérito até que meu pedido de ser ouvido por escrito, como já aconteceu no passado com presidentes que me antecederam, valesse para mim também. Tem que valer para todo mundo”.

O presidente acrescentou: “O pleno do Supremo vai decidir […]. Se Deus quiser, a gente enterra logo esse processo e acaba com essa farsa desse ex-ministro da Justiça de me acusar de forma leviana. É uma brincadeira”.

 

As 5 mais da CNN

1 – Supremo Tribunal Federal

O inquérito que apura a suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na Polícia Federal foi suspenso nesta quinta (17) pelo ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF). A investigação só será retomada depois que o plenário da Corte analisar um recurso da Advocacia-Geral da União (AGU), que defende que Bolsonaro tem direito de agendar o próprio depoimento ou apresentar manifestação por escrito. Enquanto o STF não retoma o inquérito, interlocutores do presidente e do ex-ministro da Justiça Sergio Moro já começam a delinear as estratégias para a oitiva, segundo o âncora Caio Junqueira. Veja o que cada um dos lados está preparando.

2 – IMPEACHMENT DE GOVERNADORES

A Comissão Especial que avalia o impeachment do governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), decidiu, nesta quinta-feira (17), dar sequência ao processo. A decisão foi unânime (24 a 0). Para reverter o curso do processo, Witzel aposta em discursar no plenário da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro na semana que vem. A defesa também apresentou nesta semana uma ação no STF para que a Corte determine o imediato retorno de Witzel ao cargo. A vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber, é quem irá analisar o caso. Também nesta quinta-feira (17), a Assembleia Legislativa de Santa Catarina abriu processo de impeachment contra o governador Carlos Moisés (PSL) e a vice-governadora Daniela Reinehr (sem partido). Eles são acusados de crime de responsabilidade por aumentos aos procuradores do estado sem autorização da Assembleia. Entenda o caso.

3 – CLOROQUINA

A Procuradoria-Geral da República (PGR) decidiu instaurar um procedimento para apurar a suposta prática de crimes de responsabilidade pelos ministros da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, e da Saúde, Eduardo Pazuello, por terem aplicado recursos públicos na produção de cloroquina, remédio sem comprovação científica no tratamento da Covid-19. A ação foi instaurada um dia depois de CNN ter revelado que o Exército só contestou uma alta de 167% no valor do insumo para produção do remédio dois meses depois de a compra já ter sido feita.

4 – COVID 19

O governo pediu mais 30 dias para decidir se entrará ou não no Covax, o consórcio criado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para garantir o acesso a vacinas contra a Covid-19, informou o âncora Kenzô Machida. Travas na legislação brasileira seriam o motivo para a prorrogação da decisão — entenda. Segundo um relatório da Oxfam, organização internacional sem fins lucrativos que luta contra a pobreza, os países mais ricos do mundo compraram mais da metade do suprimento esperado de vacina contra o novo coronavírus. Nesta quinta-feira (17), o mundo ultrapassou 30 milhões de casos da Covid-19, de acordo com dados da universidade americana Johns Hopkins. A marca ocorre nove meses após os primeiros casos serem detectados na cidade de Wuhan, na China. Veja como foi a progressão de casos.

5 – AULAS EM SÃO PAULO

O âncora Caio Junqueira teve acesso aos anexos da colaboração premiada do ex-presidente da Fecomércio-RJ Orlando Diniz que foram rejeitados pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Os anexos 6 e 9 citam diretamente um ex-presidente da República, um ex-ministro de Estado, oito dos nove ministros do Tribunal de Contas da União, um deputado federal, um ex-deputado federal, além de advogados que acabaram não sendo alvo da operação E$quema S, deflagrada nesta quarta-feira. Leia os principais trechos dos anexos e a íntegra deles.

MUNDO

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DA SEMANA – BOLSONARO

O ministro relator Celso de Mello queria que eu depusesse de forma presencial respondendo pergunta de dois advogados do Moro e do próprio Sergio Moro. O Moro não tem que perguntar nada pra mim. Ele tem que dizer ‘o senhor interferiu aqui, fez isso, fez aquilo’, porque isso a gente rebate rapidamente

Jair Bolsonaro (sem partido) sobre depoimento no inquérito que apura suposta interferência do presidente na Polícia Federal, aberto a partir de acusações do ex-ministro Sergio Moro.

Edição com informações da CNN e Poder 360 selecionadas pelo jornalista Milton Atanazio de Foco na Política

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Fonte: g1
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