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Internacional - Para refletir!

Postada em 18/03/2018 ás 19h17 - atualizada em 29/01/2019 ás 19h45

Publicada por: Professor Sucupira

Quanto vale a vida humana?
Quanto vale?
Quanto vale a vida humana?

Quanto vale a vida humana?  Começar um texto com esta pergunta já é entristecedor, pois dependendo do objetivo no contexto econômico internacional, nacional e da geopolítica, o valor do ser humano é ínfimo. Sabe ... estou até agora buscando palavras para tentar entender e, ao mesmo tempo, fazer vocês, meus leitores chegar a um valor para as “ações” vidas humanas no sistema financeiro internacional. Será que o valor das “ações” vidas humanas está em desvalorização no Brasil e no mundo, onde os interesses econômicos e geopolíticos se sobrepõem ao aspecto humanitário? Esta pergunta me foi “acordada” ao longo de uma aula de geopolítica internacional ministrada na semana que se passou em uma sala de preparatório de concurso. Foi uma pergunta foda ... neste contexto, devemos então fazer uma análise do valor das “ações” vidas humanas no mercado financeiro – Triste isso né, mas vamos lá.

Para os EUA, Rússia, França, Turquia, grupos jihadistas entre outros, ter a Síria como área de influência –  área importante para oleodutos e gasodutos –  as “ações” das “empresas” vidas humanas no mercado financeiro, estão valendo meio milhão de vidas (511.000 mortos) com forte tendência de uma maior desvalorização das “ações” da “empresas” vidas humanas no mercado; no Iêmen, uma catástrofe humanitária é uma realidade desde 2015 como consequência da disputa entre Arábia Saudita (sunita) e o Irã (xiita) em um contexto que levou a Arábia Saudita promover um bloqueio econômico desumano ao Iêmen – de acordo com as ONG’s, morrem mais de 100 crianças por dia de fome  e existem mais de quinze milhões de iemenitas estão com necessidade de alimentos –  reproduz a desvalorização das “ações” das “empresas” vidas humanas; no continente africano, o  Sudão do Sul, pais africano rico em  petróleo, é mais um neste continente em que as "ações" das “empresas” vidas humanas, despencou em função de uma guerra civil desde sua independência (separação com Sudão), com interferências externa em função da importância do petróleo no mercado mundial.

Na Venezuela, Nicolas maduro, para permanecer no poder investe nas “ações” da “empresa” Estado-central e deixa de investir de fato nas “ações” da “empresa“ da pluralidade política e, ao mesmo tempo, interesses externos ( EUA, União Europeia e Clube de Lima) agem para tornar ainda mais desvalorizada as “ações” das “empresas” vidas humanas; Na China, Xi Jinping, hoje com plenos poderes, investe nas “ações” da “empresa” retorno da institucionalização do culto da personalidade para consolidar a China como potência mundial e defender seus interesses nos quatro quadrantes da Terra; na Rússia, o presidente Wladimir Putin, investe nas “ações” da “empresa” populismo interno e, externamente usa o seu pragmatismo geopolítico  – nem que isto leve a morte milhares de vidas no oriente médio e na Chechênia –  para avançar e reconquistar áreas de influências perdidas ao longo das décadas de 1980 e 1990, é um outro exemplo de desvalorização das “ações” vidas humanas;  no Brasil, o reflexo de um país dividido está refletido no imbróglio midiático-político-jurídico“ ...  E tudo dentro dos princípios constitucionais que levou ao governo os “investidores” que atuam na desvalorização das “ações” das “empresas” vidas humanas. É uma realidade desumana os crimes ambientais acobertados pela ineficiência resultante da não valorização dos órgãos de defesa do meio ambiente. É ainda mais desumano as medidas governamentais no sentido de produzir o desmantelamento de programas sociais fruto de lutas históricas em um país de milhões desassistidos só para atender o mercado – é mais um exemplo de desvalorização das ”ações” da “empresa” vidas humanas.

Nesta análise triste, não há como deixar de citar alguns “investidores” importantes, no violento mercado financeiro: O populista, nacionalista e protecionista Donald Trump, eleito presidente dos EUA, que age em defesa das empresas poluidoras e faz desdenho com o mundo que buscar investir na sustentabilidade, que separa filhos dos seus pais levando-os ao desespero, que tem como parceiro no oriente médio a Arábia Saudita,  o mais sanguinário regime do sudoeste asiático e,  que parou o governo estadunidense em função de seu desejo pessoal de construí um muro na fronteira com o México.

É fato! Nos pregões das principais bolsas de valores pelo mundo afora, como a de New York, na busca de vultuosos lucros, as “ações” das “empresas” vidas humanas –observando a lógica de mercado – está em desvalorização. Contraditório? De forma alguma. As “ações” das “empresas” vidas humanas, comercializadas no mercado futuro, terá uma tendência de desvalorização para que ocorra o ganho exorbitantes das transnacionais que comandam a economia e a geopolítica mundial. Não faltam práticas por parte destes investidores no desumano mercado financeiro para que a desvalorização das “ações” da “empresa” vidas humanas ocorra. Isto é essencial para obtenção dos ganhos financeiros

Não há como negar. Está a ecoar no Brasil e no mundo as falas odiosas e as defesas destas, consolidam e injetam combustíveis para o avanço de posturas antidemocráticas por pessoas ou grupos de pessoas que não conseguem conviver com as diferenças e pregam nas mais diversas falas, as ideias da discriminação e até da eliminação da vida. Aqui no Brasil, arma-se uma sociedade que não foi e não é educada para o uso das mesmas. Infelizmente estes “investidores” conseguem avançar em suas práticas e fazem ecoar discursos contrários aos princípios básicos da declaração universal dos direitos humanos, sustentando assim a desvalorização das "ações" das "empresas" vidas humanas. Pergunto a vocês que terminaram de ler o texto. Quanto está valendo na geopolítica internacional e no mercado financeiro mundial a vida humana?

Pronto! Falei ...

 

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