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Geral Condição rara
12/01/2021 11h38
Por: Bruna Sampaio

Menina de 11 anos vive com coração que bate fora do peito

Virsaviya é absolutamente única. Ela é uma em um milhão.

Menina tem coração que bate fora do peito (Foto: Reprodução/Metro)
Menina tem coração que bate fora do peito (Foto: Reprodução/Metro)

A pequena Virsaviya Borun-Goncharova, 11 anos, nasceu com uma condição rara. Por causa disso, sua caixa torácica e músculos abdominais não se formaram corretamente quando ela ainda estava no útero. Como resultado, o coração da menina de 11 anos, da Flórida, nos Estados Unidos, desenvolveu-se fora do peito. Quando Dari, mãe de Virsaviya, estava grávida, disseram a ela que sua filha provavelmente morreria durante a gravidez ou o parto, mas a menina desafiou as probabilidades e sobreviveu, e agora é uma pré-adolescente que gosta de cantar, dançar e brincar com seus amigos. "Os médicos disseram que minha filha morreria. Ela é realmente um milagre e eu amo o jeito que ela é. Virsaviya é absolutamente única. Ela é uma em um milhão. O irmão dela, Ervin, adora se aproximar do coração da irmã, tocá-lo, apoiá-lo nas mãos e no rosto. Ele acha que o coração dela é mágico e lindo. É lindo de ver", conta Dari.

A condição da menina se chamada "Pentalogia de Cantrell", afeta cerca de um em um milhão de nascidos vivos e não causa dor no dia-a-dia. No entanto, deixa seu coração exposto, pois fica logo abaixo da superfície da pele. Isso significa que Virsaviya deve ter cuidado para não bater no peito, pois isso pode ser sério ou até fatal. Para proteger o coração e evitar ferimentos, ela geralmente usa uma cobertura para o peito.

Virsaviya também sofre de VSD conoventricular, uma condição em que ela tem um orifício no coração onde as partes do septo ventricular devem se encontrar. Ao longo dos anos, Virsaviya passou muito tempo no hospital e, às vezes, precisa de um tubo de oxigênio para impedir que seus níveis caiam muito. "Não é fácil para Virsaviya viver com o coração do lado de fora do peito porque está muito exposto e frágil, já que está logo abaixo da superfície da pele. Às vezes pode causar ansiedade tanto a mim quanto à Virsaviya saber o quão vulnerável ela é", finalizou.

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Fonte: Revista Crescer
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