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Saúde Imunizante
05/02/2021 21h20 Atualizada há 8 meses
Por: Francine Dutra

Pazuello diz que há negociações por 4 vacinas contra covid

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou nesta sexta-feira (5) durante cerimônia na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, que o governo federal tem avançado nas negociações com laboratórios para conseguir mais vacinas para o país. O ministro citou quatro possíveis imunizantes que estão na "prateleira" da pasta.

"Continuamos avançando com negociações em outros laboratórios, como a Janssen (Johnson & Johnson), a Pfizer, a Precisa, da Bharat Biotech, indiana, e a Sputnik, da Rússia. Todas elas estão na prateleira de negociações", detalhou Pazuello.

Foto: Internet
Foto: Internet

As vacinas na 'prateleira' de negociações do governo:

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Janssen – vacina Johnson & Johnson

Pfizer – vacina Pfizer/Biontech

Precisa Medicamentos/Bharat Biotech – vacina Covaxin

União Química – vacina Sputnik V

De acordo com o ministro, nesta sexta funcionários da Saúde se reuniram com representantes da vacina russa Sputnik V para discutir a "entrega de preços". Mais cedo, o secretário-executivo da pasta, Elcio Franco, anunciou a intenção do Brasil de comprar 10 milhões de doses da Sputnik V.

Pazuello acrescentou que ainda hoje estava previsto mais um encontro da Saúde com outro laboratório, o indiano Bharat Biotech, da vacina Covaxin. O ministro também frisou que todas as vacinas precisarão passar pelo crivo da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), seja para uso emergencial ou para registro definitivo.

Por enquanto, o Brasil tem autorização para uso emergencial de duas vacinas – a chinesa CoronaVac, do laboratório Sinovac, e a vacina Oxford/AstraZeneca.

Pazuello também comemorou a chegada na Fiocruz de insumos vindos da China – a previsão é que o o IFA (ingrediente farmacêutico ativo) chegue ao país no sábado (6). Como divulgado pela própria Fiocruz, a chegada dos insumos vai permitir a produção, no Brasil, de 100 milhões de doses no primeiro semestre deste ano.

"Reforço, aqui, que o nosso país precisa continuar a ser um exemplo da procura pela vacinação. A vacina não resolve o problema por si só. Precisamos continuar com medidas preventivas, de afastamento social, todas as medidas já conhecidas no nosso país. Precisamos manter os cuidados para evitar a propagação do vírus entre as pessoas", lembrou o ministro.

Construção de complexo industrial

Pazuello participou nesta sexta-feira (5) do lançamento do edital para construção do Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde (CIBS) do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação (Bio-Manguinhos/Fiocruz).

Segundo a Fiocruz, com o novo complexo a fundação terá capacidade para aumentar em quatro vezes a produção de vacinas. Quando for concluído, a expectativa é que o complexo seja o maior centro da América Latina e um dos mais modernos do mundo. A construção será no bairro de Santa Cruz, na Zona Oeste.

Na quinta-feira, Pazuello prestou depoimento à Polícia Federal sobre o colapso no Amazonas com a falta de oxigênio para os pacientes internados com Covid-19. A responsabilização dele é investigada a pedido da Procuradoria Geral da República (PGR).

O ministro, que é general de três estrelas da ativa do Exército, prestou depoimento no Hotel de Trânsito do Exército. Segundo o Blog do Camarotti, a escolha do local causou incômodo em generais da ativa.

Eles avaliam que a associação da investigação ao Exército causa desgaste e contamina "fisicamente a imagem" da Força.

Fiocruz receberá insumos

A presidente da Fiocruz, Nisia Trindade, e o diretor de Bio-Manguinhos, Maurício Zuma, participam do evento.

No sábado (6), a Fiocruz vai receber o primeiro lote de matéria-prima para a fabricação da vacina contra a Covid-19 de Oxford/Astrazeneca, segundo o Ministério da Saúde.

Essa primeira remessa do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) fabricado na China deveria ter sido entregue ainda em janeiro, mas houve atrasos na liberação do produto pelos chineses. Especialistas apontam influência de uma "crise diplomática" entre Brasil e China – o governo Jair Bolsonaro nega.

Até terça-feira (2), a previsão divulgada pela Fiocruz era de que o primeiro lote fosse suficiente para a produção brasileira de 7,5 milhões de doses. Nesta quinta (4), no entanto, a fundação informou uma estimativa menor – de que os insumos rendam 2,81 milhões de doses.

Fonte: G1
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